VMware VCenter Converter – Convertendo Máquinas Físicas em Virtuais

1 – INTRODUÇÃO
Começando mais um post sobre VMware®, gostaria também de os levar a uma reflexão: uma das maiores impulsionadoras das grandes invenções é justamente a necessidade, e para iniciar o assunto que leva o título, direi que talvez você tenha a necessidade de converter uma máquina física em uma virtual. Quem vive prestando suporte a usuários do SO da microsoft sabe que esse público está acostumado à forma como aquele ambiente trabalha. Agora imagine que você dispõe de uma máquina física com todos os plug-ins e softwares necessários ao seu dia-a-dia de prestador de suporte e consultoria e, necessite se deslocar por várias cidades, quiça por estados da federação, para prestar um suporte com qualidade? Nasce a necessidade da conversão de uma máquina física em uma máquina virtual.

Agora vamos à algumas considerações: Porque não criar uma máquina virtual e preparar todo o ambiente? Da minha forma de ver as coisas, não existe nada de errado com isso, ademais você poderia até efetuar aquele “bota fora” de arquivos e aplicativos que não necessita mais. Porém quando se tem programas proprietários dos quais a reinstalação necessitaria de entrar em contato com o suporte do desenvolvedor proprietário ou alguns dos quais não se encontra mais o instalador(e possivelmente não os irá encontrar na internet), sinto que o melhor seria efetuar a conversão e cortar caminho, que na nossa área é muito importante. Também advogo que o processo de conversão torna-se um aprendizado sem igual. A ferramenta que utilizaremos é nada mais nada menos que VMware vCenter Converter Standalone™, que pode ser baixado direto no site (https://my.vmware.com/en/group/vmware/evalcenter?p=converter). Então passemos à aplicação prática dessa tarefa, ou seja, Hand on!

2 – A MÁQUINA A SER CONVERTIDA
A máquina a ser convertida é um LENOVO™ i3 desktop com sistema Windows7® 32bits – 4Gb de memória RAM e HD de 320 – uma guerreira de 3 anos de serviços prestados, e que agora iria se juntar ao laboratório de pesquisas de redes e infraestrutura de TI, mas que ao longo desses 3 anos nos rendeu extensos aprendizados em sistemas legados, e outros que utilizam sobretudo a nova marca de segurança por token digital.

3 – INSTALANDO A APLICAÇÃO:

3.1 – Baixe o programa VMware vCenter Converter Standalone Client no link acima, e instale normalmente o programa à moda do windows (next, next, finish), nesse momento ele como a grande maioria de programa for windows cria um atalho na área de trabalho.

4 – PREPARANDO O AMBIENTE DE CONVERSÃO:

4.1 – Clicando no ícone do vCenter Converter o programa nos apresenta uma janela onde temos as seguintes opções: “configure machine” e “convert machine”.

4.2 – Clicando em “configure machine” (configurar máquina) o programa nos apresenta a tela de configuração com diversas opções, a documentação de utilização do software é rica em opções (enquanto escrevo esse artigo, ainda não consegui explorar todas), mas para esse momento nos bastará apenas a segunda opção (convert machine).

4.3 – Clicando em “convert machine” (converter máquina) o programa já apresenta a tela “conversion” e nos solicitará que indiquemos o “source system” (origem do sistema), onde temos o “select source type” (selecione o tipo de origem): “powered on” (ligada) e “powered off” (desligada), nesse ponto devemos selecionar “powered on” e logo abaixo clicando na seta dropdown a opção “This local machine” para que o programa entenda que a máquina a ser convertida é a própria que está em execução.

4.4 – Na próxima tela vem a secção “Destination System” na qual devemos selecionar a “destination type” – em nosso caso: “Vmware Workstation or other VMware virtual machine” – e “Select VMware Product” que em nosso caso setamos para: “VMware Workstation 11.x/12.x” dado ao nosso VMware Player estar na versão 12, talvez você deva selecionar outra opção dado suas necessidades.

4.5 – Em segida temos a seção “Options” onde podemos editar as partições a serem copiadas na conversão (Data to opy), os “Devices” a serem editados e as configurações que julgamos serem necessárias para essa conversão, ou seja, para que sejam replicadas na máquina virtual que virá a ser criada.

4.6 – Finalmente temos a secção “Summary” onde podemos verificar todas as configurações setadas até aqui, e verificar se estão configuradas de forma correta, uma vez que essa será a imagem da nossa nova máquina virtual, que atenderá à necessidade à qual delineamos no início. E finalmente clicamos em “Finish” para iniciar a próxima fase.

 

5 – CONVERTENDO:

5.1 – Nessa fase nos é apresentada uma tela com indicativo de identificação de tarefa (Task ID), indicação de trabalho alocado (Job ID), origem e destino previamente configuração por nós (source, destination), status com uma barra de progresso, tempo de início (dia e horário) e tempo estimado de término, este último importante se você tem agendado outras tarefas e se deseja ter uma estimativa de quanto tempo levará o processo, que em geral é rápido levando-se em consideração cada quantidade de dados a serem copiados e convertidos.

5.2 – Finalmente nos é apresentada a tela com o status de completa a conversão (“Completed”) indicando que a conversão foi terminada, se tudo correu bem até aqui nossa máquina virtual está pronta pra ser utilizada.

 

6 – UTILIZANDO:

Após transportar a pasta contendo os arquivos da VMware para outra máquina rodando LinuxMint (veja meu post anterior ) iniciamos a máquina virtual windows recem convertida, e agora como diriam alguns: “É somente correr pro abraço”.

 

 

Me despedi da máquina física entregando-a ao pessoal do grupo de segurança de infraestrutura, sabedor de que a “alma” da mesma continuaria comigo, onde quer que eu fosse, pelo tempo necessário, e mais um capítulo dessa minha saga com as VM’s da vida se encerrava. Até a próxima e See You later! 🙂

REFERÊNCIAS:

Download: https://my.vmware.com/en/group/vmware/evalcenter?p=converter
Manual: http://www.vmware.com/pdf/convsa_61_guide.pdf
Site de apoio: https://www.vivaolinux.com.br/artigo/Convertendo-sistemas-fisicos-em-maquinas-virtuais?pagina=4

VMware Player e VMware Center Converter  são marcas registrada de VMware

Windows é marca registrada de Microsoft Company

Linux Mint – Parte II – Instalando o VMware workstation Player 12

Fonte:https://www.vmware.com/files/images/vmrc/VMware_logo_gry_RGB_300dpi.jpg

Se você como eu, tem a necessidade de realizar testes, montar e mexer com servidores ou ainda, utilizar programas os quais não foram projetados para a plataforma que você utiliza no seu dia a dia, creio que existe a necessidade de instalação de um gerenciador de máquinas virtuais, até porque nos dias de hoje ter mais de uma máquina física para estudo e trabalho é um luxo pra poucos no país que vivo. Diante dessas premissas, surge a necessidade de escolha de qual o melhor gerenciador de máquinas virtuais (virtual machines), e paixões à parte, utilizei algumas das opções grátis disponíveis no mercado, entretanto por questão de escolha pessoal, ora utilizo o VMWare Player (no futuro posso mudar de opinião, pois tudo é passível de mudança). Lembro-lhes que já o utilizo desde quando usava Ubuntu (ver referências anteriores)
Então como estamos dizendo hoje no mundo do treinamento e desenvolvimento de soluções de TI, passemos à descrição da instalação no Linux Mint, distribuição a qual estou utilizando nesse momento, veja o meu post anterior sobre isso.

Vamos fazer isso da maneira mais prática possível:

1 – Vamos baixar o pacote de instalação no site da Vmware, no endereço abaixo:

https://my.vmware.com/en/web/vmware/free#desktop_end_user_computing/vmware_workstation_player/12_0

2 – Salve numa pasta comum, pode ser a de downloads;

3 – Como ele é baixado com um nome bem grande e uma extensão do tipo *.bundle, achei melhor renomeá-lo para um nome mais curto, já que vamos comandar no shell (modo texto) para isso, abra o terminal, navegue até a pasta download e comande:

$ ls *.bundle
VMware-Player-12 .0.1-3160714.x86_64.bundle

$ mv VMware-Player-12\ .0.1-3160714.x86_64.bundle  VMware.bundle

$ls *.bundle

VMware.bundle

4 – Agora comandaremos ainda no modo texto a instalação, primeiramente tornando o arquivo *.bundle executável, para que o mesmo cumpra bem sua missão para o qual foi designado, seguem os comandos:

$ chmod 777 VMware.bundle

4.1 – o resultado é que o mesmo passará a ter aquela cor verde de executável (eu uso o shell puro) e a aparência deverá ser mais ou menos assim:

Screenshot at 2016-02-14 12:02:21

 5 – Agora iniciamos a instalação propriamente dita, comandando o arquivo VMware.bundle para que rode seus scripts, para isso recorremos aos poderes do super usuário (sudo = super user do it) e colocando o ‘./’ que sinaliza que queremos a execução daquele arquivo, veja abaixo:

$ sudo ./VMware.bundle

Extracting VMware Installer…done.

5.1 – Após a extração dos arquivos, começamos a ver as telas gráficas normais de instalação:

Screenshot at 2016-02-14 12:04:20

Tela de instalação inicial com seleção de aceitar os termos.

Screenshot at 2016-02-14 12:05:02

Tela na qual solicita a informação de uma chave de licença, não precisa informar nada, clicar em “Next”

Screenshot at 2016-02-14 12:05:08

Tela indicando que a instalação será iniciada com componentes, deve-se clicar em “Install”

Screenshot at 2016-02-14 12:08:43

Tela indicando que a instalação foi um sucesso!

6 – Após a instalação se você tiver a curiosidade de clicar no menu geral do Linux Mint (eu uso a versão Mate), e digitar em pesquisar “vmware” já verá o ícone do nosso programa lá, como criar ícone na área de trabalho é muito simples não detalharei aqui (até porque não uso), mas ao clicarmos pela primeira vez no mesmo nos é apresentada uma tela de registro de e-mail, coisa simples e inofensiva, como abaixo:

Screenshot at 2016-02-14 19:54:30

 

7 – Logo a seguir o programa propriamente dito está em operação, pronto pra serem criadas as máquinas que desejamos trabalhar e/ou importar de outros gerenciadores (na verdade migrei as minhas de outra plataforma).

Screenshot at 2016-02-14 19:55:02

 

Em resumo, não há muito mais que se possa dizer, a não ser como o próprio pessoal da VMware diz: “Hands on”. Bom trabalho e See You Later.

Fonte: VMware Workstation 12 Player for Linux Documentation Center

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SegInfocast #48 – Faça o download aqui. (13:00 min, 8,95 MB)

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Easy-to-use Perl scripts to backup your MySQL database with mysqldump and FTP the files to a remote server

Read this!

Scripting MySQL

Most users of MySQL utilize the mysqldump utility to backup their database. While mysqldump is handy and easy-to-use (and free), if you have data which is important to your business, then you should take a look at the MySQL Enterprise Edition – and use MySQL Enterprise Backup instead. The MySQL Enterprise Backup allows you to backup your database without the table locking you get with mysqldump. And, it is extremely fast – especially when you have to restore your database. Here is a sample speed comparison between MySQL Enterprise Backup and using mysqldump:

49x Better Performance: Backup
80x Better Performance: Backup

From the image, you can see it takes a long time to either dump or restore a fairly large (73 gigabyte) database compared to mysqldump. Even if your database isn’t this large (and most people don’t care how long their backups take to complete), when it comes…

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Rodando EIGRP em VMs com Quagga

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