VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE IV – Praia e depois queima de fogos no réveillon

“Conhecendo a praia e mais da cidade”

No início do dia 31/12/2012 – pela manhã sai à praia da vila, águas translúcidas e totalmente límpidas, de um tom azul marinho lindíssimo, o mar nos convida a entrar, surfar ou andarmos de kite surf (ali há muitos) e logo que entro no mar, tenho a sensação de que ele é todo plano, não havendo surpresas em relação ao que te espera, e nos envolvemos em suas águas claras, sem mistérios.

Na praia de Jeri

Na praia de Jeri

Retornando da praia, vindo pela rua chamada de Principal temos varias lojas, comprei como de costume uma camisa e um boné alusivos à visita, bem como peças que demonstram minha passagem por aqui. Ao almoçar, restaurante Rústico & Acústico, delicioso filé de robalo à farofa de castanha de cajú, com arroz de gengibre. (Recomendo).

Robalo à farofa de castanha de cajú - delícia!

Robalo à farofa de castanha de cajú – delícia!

Em retorno pra nossa estadia, dei de cara com uma igreja evangélica nada convencional (e olha que sou evangélico, viu?), uma igreja pra surfistas, demonstrando que os surfistas que quiserem adorar ao Senhor Jesus naquele paraíso também tem onde fazê-lo – claro que existem igrejas mais tradicionais também minha gente ;-). Olhem as fotos da entrada.
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Portal da Igreja para Surfistas

Portal da Igreja para Surfistas

“Reveillon, queima de fogos na duna do pôr do sol”

A noite,fui assistir a queima de fogos das “Dunas do pôr do sol”, um espetáculo sem igual. Coisa de cinema e em pé de igualdade com qualquer outro lugar ecológico no mundo, tal como, as ilhas Fiji ou o Caribe, um espetáculo só entendido por quem viveu, isso mesmo, viver o momento é a melhor definição da palavra. Aproximadamente 45 minutos de queima de fogos, entre os que são lançados das dunas, dos morros próximos, da praia e ainda uma chuva de todos juntos.
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Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

01/01/2012 – Ao amanhecer do dia primeiro do ano, todos ainda com a ressaca do dia anterior (ressaca de sono no meu caso). Nos preparamos para partir.  Confesso que deixar esse paraíso não foi uma das sensações mais agradáveis que tive, o que me consola é que espero logo retornar e enquanto escrevo essa última parte, amigos que souberam desse lugar através dessa série de posts, se deslocaram para lá e estão curtindo tudo isso ao vivo e à cores. Você vai ficar na vontade? Creio que não…rsrs Até a próxima.

 See you later. 😉

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VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE III – 2º Dia “hora de rodar”.

“Hoje é dia de rodar”

Começa o dia 30/12/2012 – segundo dia do passeio- 09h00min (GMT -3, ZULU) – após o café da manhã – uma hora de confraternização sempre, pois o pessoal era de altíssimo astral – acondicionados nas “jardineiras” pensei: É hora de rodar. Saímos para o passeio à famosa “Pedra Furada”, passando pela Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso, onde almoçamos, serviço meio confuso mas comida deliciosa, finalizando com uma visita à Duna Por do Sol.

 Seguem as fotos da aventura. 😉

Kit aventura Jeri

Kit aventura Jeri

O “Kit Aventura Jeri” era composto por: Kit de primeiros socorros (requisitado duas vezes), Kit higiene/limpeza (em azul), canivete nacional de uso geral (ver link), óculos náutico Ocean® com flutuador e fixador pra nuca (lentes polarizadas vermelhas como os da Força Delta™), mini bússola, protetor solar (lá o sol é muito quente) e é claro a pulseira indicativa de que fazia parte do Grupo.
Esperando a partida, encostado na "jardineira"

Esperando a partida, encostado na “jardineira”

Dentro da jardineira, pronto pra "rodar"

Dentro da jardineira, pronto pra “rodar”

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Passando pelo obstáculo natural.

Passando pelo obstáculo natural.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara - Marcando Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara – Marcando Pedra Furada.

Em Pedra Furada

Em Pedra Furada

Pedra Furada2

Pedra Furada2

Neste ponto, tínhamos mais fotos, porém por não termos documento autorizando a exibição de imagens, deixamos de postar as demais. 😦 De lá fomos para a “Árvore da Preguiça”.
Deu preguiça na "Árvore da Preguiça" rsrs

Deu preguiça na “Árvore da Preguiça” rsrs

Indo pra Lagoa Azul.

Indo pra Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Da “Lagoa Azul” fomos para a “Lagoa do Paraíso”, onde almoçamos e curtimos a tarde. Uma observação que fiz foi que: O deslocamento entre a Lagoa do Paraíso  até a Vila de Jericoacoara, me lembrou em parte, o caminho percorrido entre o aeroporto e a base do exército americano em Mogadiscio, Somália em 1993. Praias lindas, dunas mais lindas ainda e os off roads (aqui não eram Humvees e sim as ‘jardineiras’) patinando pelas estradas de areias, localizamos pelo menos uns 5 atolamentos.
Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Após uma tarde maravilhosa na Lagoa do Paraíso, retornamos à Vila de Jeri, e pra finalizar o dia assistimos ao pôr do sol na já citada e famosa duna. Pena que o tempo não contribuiu, nublou e não tirei fotos. A noite saímos novamente, vejam algumas fotos.
Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Continue conosco, o melhor dessa aventura ainda está por vir. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE II – 1º Dia no Paraíso.

A chegada e o local

Chegada 29/12/2012  +/- 11h00min – Confesso que já haviam me falado sobre a Vila de Jeri (como é denominada entre os locais), mas o lugar excede qualquer descrição. Ficamos em um conjunto de edificações na entrada da localidade, boas acomodações, tudo muito organizado dentro do que foi acordado.  Foi somente o tempo de acomodar as malas (mochilas no meu caso) e sair pra procurar o que comer, que em Jeri o que não falta é opção.

Como ainda não havia me “enturmado” com o restante dos excursionistas de também como sempre gosto de fazer um reconhecimento do local, fiz uma incursão pelas redondezas, saindo em direção ao oeste seguindo pela “Rua das Dunas” (mapa abaixo), rumo à “Duna Pôr do Sol”, passando por algumas pousadas e residências de veraneio. Logo na primeira esquina à direita, indo para o norte seguimos na direção da rua São Francisco onde na próxima esquina à direita (lembre-se que estava fazendo reconhecimento da área),  tive a grata surpresa de encontrar um local aprazível para almoçar o “Restaurante do Sapão“. Um lugar onde comemos bem, com um atendimento à altura e preços condizentes com a realidade de viajantes como eu. Segue um mapa de marcação do local, e fotos desse momento.

Localização do restaurante "O Sapão"

Localização do restaurante “O Sapão”

Placa do Restaurante do Sapão - Jeri.

Placa do Restaurante do Sapão – Jeri.

Gerente do Restaurante do Sapão

Gerente do Restaurante do Sapão

Após a incursão gastronômica, aproveitei a tarde para repousar (ainda estava um pouco cansado da viagem), à noite saímos para conhecermos e nos ambientarmos à noite de Jeri. Um dos pontos a ser visitado naquela localidade à noite lanche é o “Big Lanche”, onde o nome faz jus à fama, lanches em proporções avantajadas. Percebemos vários bares, restaurantes e pizzarias, todos iluminados para as festas de fim de ano, lojas abertas até as 23ho que facilita a vida do turista. Lojas de um tudo, desde óculos (O nome de uma dessas  lojas era Oklos, aproveitei para fazer a compra de um modelo apropriado para praia/passeios), jóias, roupas e uma infinidade de coisas. Diversas escolas de kite surf e lojas diversas com equipamentos e instrutores.
Seguem as fotos da primeira noite em Jeri, infelizmente como não disponho da autorização de utilização de imagens, e como estávamos viajando em grupo, não poderei postar todas.
Praça principal de Jeri - 1ª noite.

Praça principal de Jeri – 1ª noite.

Praça principal de Jeri - 1ª noite2.

Praça principal de Jeri – 1ª noite2.

 

Restaurante "Casa Dela" em Jeri.

Restaurante “Casa Dela” em Jeri.

Por hoje é só, mas quem sabe essa semana ainda eu continue postando o resto de nossa aventura. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE I

Passados mais de dois meses, agora após a resolução de alguns itens e compilação de outros, posso então relatar a vocês, como foi passar o final de ano em Jericoacoara no litoral do Ceará. Convido-os a uma aventura sem precedentes para mim.

A viagem de última hora

Fui informado sobre a formação dessa excursão, formada pelo grupo Camping Club SLZ apenas uma semana e meia antes da partida, empresa séria formada de jovens empreendedores, tudo acertado via contrato de prestação de serviços devidamente registrado, com cronograma preciso, obrigações de ambas as partes e como eu gosto, responsabilidade de levarmos a um lugar aprazível. A caravana foi composta de um grupo de universitários e algumas famílias, tudo seguindo os princípios da boa convivência, uma turma de altíssimo astral. Segue abaixo um cronograma do deslocamento de São Luis-MA até Jericoacoara-CE.

Saída – 28/12/2012 – 22h00mim – Igreja Matriz do bairro da COHAB, em São Luis-MA.

Insiro aqui, como de praxe, o mapa de deslocamento dessa primeira parte.
Desloc_MapLink
Durante o deslocamento de ida, fizemos uma parada antes da cidade de Jericoacoara Jijoca-CE – Café da manha às 08h20min no estabelecimento bem aprazível, desfrutando da hospitalidade cearense. Trocamos então  para veículos de tração 4×4 tipo pick-ups com carroceiras com assentos cobertos denominados “Jardineiras”. passando pela cidade Jericoacoaquara – ultima chance de ir à uma agencia bancária  e dai fomos para Vila Jericoacoara no parque ambiental.
Seguem as fotos do deslocamento até a chegada à Vila de Jericoacora. Aprecie sem moderação 😉
Vista de dentro das "jardineiras"

Vista de dentro das “jardineiras”

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

 

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Já chegando à Vila de Jeri.

Já chegando à Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Continuem conosco para a narração dessa grande aventura. See you later. 😉

PM é executada na frente da filha na zona norte de SP

CAMILA BRUNELLI, FELIPE TAU E VALÉRIA FRANÇA – Agência Estado

A soldado Marta Umbelina da Silva, de 44 anos, do 18º Batalhão da Polícia Militar, morreu na noite de sábado após ser baleada pelas costas na frente da filha na porta de casa, na Rua Dr. Roberto Zwicker, na Vila Brasilândia, zona norte da capital. A policial não vestia farda no momento do crime.

De acordo com o boletim de ocorrências registrado no 72 º DP (Vila Penteado), a soldado foi atacada por dois homens quando saiu do carro para abrir o portão de sua residência. Os suspeitos fugiram em um veículo que aparentava ser um Honda Civic prata.

Quando a polícia chegou ao local, familiares já haviam levado Marta ao Hospital Geral de Vila Penteado, mas ela morreu a caminho da unidade. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Com o crime, chega a 90 o número de PMs assassinados no Estado neste ano. Antes, também na zona norte, um policial havia sido ferido em uma tentativa de roubo.

Outros casos

Às 13h35 deste sábado, um suspeito foi morto por policiais da Rota na Marginal do Pinheiros, depois de ser perseguido. Segundo a Polícia Militar, ele resistiu à abordagem. A madrugada de sábado foi violenta na capital e no ABC. Dez pessoas morreram baleadas e oito ficaram feridas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pm-e-executada-na-frente-da-filha-na-zona-norte-de-sp,955564,0.htm

UM PASSEIO EM MORROS – PARTE II – O LOCAL

A Chegada ao Local

Ao chegar ao local com o grupo, nos deslumbramos com a natureza existente – pelo menos eu, que quase nunca faço esse tipo de viajem – viajo mais a trabalho e não dá tempo de apreciar as belezas da natureza ;-). Uma pousada encantadora (não menciono o nome por falta de permissão), e o pessoal foi dividido em grupos (sem discriminação de idade, cor ou sexo, achei isso o máximo!) e começamos o passeio pelo rio Una de lancha, uma maravilha só, mas agora é hora de parar de escrever e mostrar! Deliciem-se com as fotos abaixo. 😉 Infelizmente não poderei mostrar todas pois não detenho a devida autorização de exibição de imagens!

Chegando ao Local

 

Pronto para o passeio de barco

A caminho...daqui a pouco posto a vista... 😉

A Questão da escalada da violência nas grandes cidades

Este post não tem por objetivo esgotar a discussão acerca da situação do crime organizado nas metrópoles (ou ainda nas megalópoles), tão somente esclarecer pontos obscuros dessa questão, visa somente lançar um olhar crítico sobre essa polêmica que alcança a sociedade contemporânea e nos faz cada dia olhar com desconfiança a situação da prestação de serviços por parte do estado, das instituições e daqueles que por delegação deveriam estar à serviço da lei e da ordem.

O Caso do Rio de Janeiro sob a ótica histórica.

Segundo o entrevista do Prof. Helio de Araujo Evangelista à publicação da Universidade Federal Fluminense, o crime organizado no Rio de Janeiro passou por vários estágios, auxiliado pela instituição do jogo em 1892 e sua expansão para o subúrbio de forma menos glamorosa, a chamada “fezinha” ou mais especificamente o jogo do bicho. Essa expansão, ainda seguindo a entrevista do já citado Prof., que se dá “pela linha do trem” será marcada por violentos conflitos entre os bicheiros pelos pontos de venda, pelas áreas de influência e contra novos interessados que estavam interessados em ingressar nesse negócio. Nesse ambiente propício ao desenvolvimento de ações criminosas, foi introduzido o uso de cocaína na cidade maravilhosa.

Durante a década de 70, os senhores do jogo do bicho se aliaram ao narcotráfico que fazia do Rio um entreposto para os EUA e Europa, porém com a década de 80 com a chegada dos chamados “comandos” os bicheiros perdem a importância no mundo do crime e/ou passam a diversificar sua atuação e na década de 90 se lançam na indústria dos caça niqueis. E quem são esses “comandos”? Veremos mais adiante.

Durante o governo da ditadura militar (1964-1984) cometeu-se um dos maiores erros históricos já vistos nesse país, colocaram presos políticos tais como o jornalista Fernando Gabeira, que participou do sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, juntamente com presos de justiça e ambos aprenderam a arte uns dos outros. Aqui temos um marco na organização do crime no Brasil, inseriram um elemento novo no contexto criminoso, antigos assaltantes de bancos e traficantes estavam aprendendo técnicas de guerrilha tais como: planejamento, ataque, sequestro, dissuasão e fuga, estavam formado os comandos dos quais o primeiro foi o Comando Vermelho cuja sigla CV era pintada nos alvos após as ações criminosas. Esses comandos (termo militar que designa uma unidade de elite preparada para executar determinadas missões), agora competiam entre si não pelos pontos de vendas de jogos, mas por pontos de vendas de drogas enquanto o estado recuava e deixava as comunidades menos favorecidas à mercê dessas associações criminosas.

Nos dias atuais, esses comandos evoluíram, atuam como empresas contratam treinadores entre ex-policiais e ex-militares (à semelhança das FARC’s Colombianas), financiam campanha de políticos e gozam de boa reputação entre os membros de suas comunidades ou seja, são o sonho de realização da maioria dos meninos e meninas que crescem nessas comunidades mas com o avanço das UPP’s-Unidades de Polícia Pacificadora, o crime organizado tem sido levado a tomar territórios onde elas ainda não foram implantadas, daí as constantes guerras urbanas que tem sido noticiadas na televisão e nos jornais.

O Batalhão de Operações Policiais Especiais – BOPE (PMERJ)

Com o nascimento do Batalhão de Operações Policiais Especiais o BOPE (PMERJ) em 1978, a polícia do Rio de Janeiro dispunha então de uma unidade especializada em combate urbano, progressão em favelas, invasão e penetração não convencionais (ataques chegando de rapel e etc.) e combate em campo aberto com alvos a menos de 100 metros bem como ação sob fogo em vielas e becos, dispondo de equipamentos à altura, táticas avançadas e segundo um integrante da Guarda Nacional dos Estados Unidos: “É umas das melhores equipes de combate urbano do mundo. Nossas tropas no Iraque deveriam aprender com o BOPE”.

O panorama atual demonstra que uma guerra se estabeleceu entre o estado e o crime organizado com todos os elementos de uma guerra convencional, embora numa situação nada convencional, elementos esses tais como: inteligência, contrainteligência, espionagem, infiltração e como não poderia deixar de ser, o enfrentamento. Aqui temos uma peculiaridade do Rio, na maioria dos lugares do mundo os bandidos temem uma ação da polícia mas no Rio de Janeiro ao que tudo indica eles se acham tão preparados para esse enfrentamento que não se furtam a isso, muito pelo contrário eles até promovem esse tipo de peleja como no último sábado durante o tiroteio que culminou com a invasão do Intercontinental Hotel, e que colocou o Brasil nas manchetes internacionais de forma negativa. Mas a guerra é somente uma válvula de escape, mais adiante iremos tecer considerações ao modelo de desenvolvimento de cidades com ações proativas e efetivas para enfrentar o problema, continuaremos no próximo post. Até lá!

Fontes:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/especialista-diz-que-seguranca-tem-que-ser-pensada-para-hoje

http://www.feth.ggf.br/Segurança.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalh%C3%A3o_de_Opera%C3%A7%C3%B5es_Policiais_Especiais_%28PMERJ%29

http://www.ilhagrande.org/Historia-Ilha-Grande/linha-do-tempo.html

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