Creed – Nascido para lutar.

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Assistir Rocky Balboa (Sysvester Stallone) em mais uma das suas incursões ao mundo do boxe parece um tanto quanto nostálgico, mas dessa vez não estamos assistindo à reprises dos Rockys anteriores e sim, vendo a história de um sexagenário que treina o filho do que foi o seu maior rival, e amigo. É a história repetindo seu ciclo, agora Rocky (Sly) troca de papel e é o ex pugulista velho e treinador e Adonis Creed (Michael B. Jordan) é boxeador novato em busca de um sonho de conquista. Mas num final supreendente teremos a sensacional revelação de que nem tudo é por uma simples ira interior, ou incompreensão, mas sim para provar que na vida somos aquilo que acreditamos e lutamos e nunca aquilo que disseram ou mostraram de nós. Não somos um erro, temos uma identidade que é que somos “nascido para lutar”.

See you later 🙂 !

Fernando “Eagle” de Sousa.

Ficha Técnica:

    • Michael B. Jordan – Adonis Creed
    • Silvester Stallone – Rocky Balboa
    • Tessa Thompson – Bianca
    • Phylicia Rashad – Mary Anne Creed

Direção: Ryan Coogler

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Análise do Filme “Coach Carter – Treino para a vida”.

Coach_Carter_posterDurante um dos diversos treinamentos sobre liderança e qualidade no serviço público, um instrutor me apresentou um filme do qual eu tive pouco interesse, mas como a vida é uma quebra de paradigmas fomos desafiados a efetuar uma análise do filme no qual figuram grandes nomes do cinema americano, o qual passo a descrever aquele que me foi um dos mais prazerosos trabalhos desse curso:

1 – Introdução.

  1. 1 – O que o filme:

Trata-se de um filme americano baseado na história real da intervenção do treinador Ken Carter (Samuel L. Jackson) no time de basquete do ginásio Richmond, sua antiga escola e onde bateu vários recordes tendo assim feito seu nome na cidade.

  1. 2 – Do que fala o filme:

Agora já estabilizado e dono de uma loja de artigos esportivos, Carter não tem porque sair da sua zona de conforto para se meter a treinador de uma equipe de garotos problemáticos de uma área pobre e violenta da cidade, mas aceita o desafio, pois crê que pode fazê-los ir além daquilo todos esperam que façam (isso é mencionado várias vezes no filme). Para Carter o “esporte (basketball) é um privilégio e deve ser merecido, por alunos que freqüentem as aulas e tirem notas excelentes”.

 

2 – Mensagens transmitidas pelo filme:

  1. 1 – Desprendimento para começar um projeto – Logo no começo quando é convidado a assumir o time de basquete, o Sr. Carter não vê apenas como uma oportunidade de conciliar uma atividade secundária com uma atividade principal, ele realmente vê como um novo projeto a ser tocado, para tanto se dispõe a desprender-se da sua loja por um tempo e empreender naquele projeto que pra ele é mais do que levar uma equipe de basquete a vencer jogos do campeonato estadual, ele quer fazer aqueles garotos vencerem na vida!

 

  1. 2 – Método de trabalho – De imediato o Sr. Carter mostrou logo a que veio, determinou que estava no controle da situação e inovou ao celebrar um contrato de parceria com seus treinandos e responsáveis, dessa forma fazendo com que o principio básico da teoria geral dos contratos se estabelecesse: pacta sunt servanda. (contrato faz lei entre as partes), dessa forma temos:
  2. 2.2.1 – Deveres e obrigações: fazendo com que os jovens aprendam que na vida tudo tem um dever e uma obrigação e nada é dado de graça, e que toda transgressão tem consequemente uma penalidade (ex. chegar atrasado implicaria em mais exercícios físicos);

 

  1. 2.2 – Forma de tratamento e vestimenta: os garotos não se viam como pessoas importantes e, portanto não se tratavam como “Senhores” ou se vestiam adequadamente, colocando-os a falar e se vestir corretamente ele os fez se verem de uma forma melhor. Eram pessoas melhores do que jamais pensariam em ser e um simples pedaço de papel foi o pontapé inicial;

 

  1. 2.3 – Se tornavam pessoas de responsabilidade: agora como responsáveis pelos seus atos, eles entenderiam que as decisões que tomamos na vida, durante a vida toda, não são culpa da condição econômica da qual nascemos, da classe social ou ainda de outras pessoas que nos conduziram ao sucesso ou fracasso, mas sim da nossa própria responsabilidade, pois se quebrassem o contrato seriam penalizados e apenas poderiam responsabilizar-se a si mesmos pelo ocorrido.

 

2 – Estilo de liderança: O estilo inconfundível é o autoritário e não há como agir diferente diante de rapazes que nunca antes haviam experimentado os três pilares da marcha vitoriosa:

 

  1. 1 – Hierarquia – os rapazes nunca antes haviam encarado a situação de se submeter a receber ordens e instruções, quando ele os colocou em situação de serem liderados sob um comando firme eles começaram a entender uma das maiores verdades da vida: sempre existirá alguém em um posto imediatamente superior;

 

  1. 2 – Doutrina – havendo uma hierarquia deve-se aplicar a doutrina (ensinamento) básica o avanço da marcha rumo à vitória, esse ensinamento no filme passa por: condicionamento físico, ensaios de ataque e bloqueio e etc;

 

  1. 3 – Disciplina – havendo hierarquia e doutrina o desrespeito a essas instituições levará fatalmente à aplicação de sanções e penalidade, coisa que o americano e australiano gosta de dizer: “crime e castigo”.

 

 

3 – Ferramentas e Instrumentos de Trabalho: Carter se vale de diversas ferramentas para atingir o objetivo principal que não era apenas fazê-los uma equipe vencedora, ele queria mais e essa deve ser a visão do líder de sucesso! Sempre melhorar o estado das coisas, sem, contudo estabelecer metas e objetivos absurdos, senão vejamos:

  1. 1 – nomenclatura dos ataques e defesas: quando ele nomeia os ataques e formas defensivas com os nomes das suas irmãs, ele está dando singularidade e individualidade a cada ação, é importante termos em mente que cada processo deve ter uma denominação específica para que comuniquemos de forma clara e objetiva à equipe aquilo que queremos que seja feito, sob pena de depois ouvirmos aquele sonoro “não entendi bem o que você queria”;

 

  1. 2 – verificação de quantidade de erros e acertos: quando todos poderiam pensar que eles estavam avançando no campeonato estadual e entrar em euforia, Carter nos ensina que antes de comemorar as vitórias devemos primeiro fazer um balanço dos números de erros cometidos até então, para que possamos subtrair das vitórias e ver qual o real tamanho da conquista ou avanço da nossa coluna;

 

  1. 3 – Ensino a não subestimar o objetivo a ser conquistado (ter o pé no chão): quando os rapazes já estavam se achando os invencíveis e até chacotas faziam dos adversários, Carter nos mostra que quanto mais alto subimos mais dignos devemos nos portar, de forma que entendamos que todos tem importância no processo de vida, e mesmos aqueles a quem já superamos quer seja em conhecimento ou em postos de trabalhos também merecem respeito e se deve conquistar a admiração.

 

4 – Disposição para pagar o preço para alcançar o objetivo: Creio que uma das mais importantes lições que o filme nos passa é a de que o Treinador Carter (O “coach” do filme) estava disposto a pagar qualquer preço que fosse o mais alto que estivesse cotado para atingir seu objetivo, senão vejamos:

 

  1. 1 – Se tornou impopular ao fechar o ginásio da escola até que seus treinandos obtivessem as notas acordadas no contrato inicial;

 

  1. 2 – Teve sua loja depredada por vândalos por assumir a posição do item anterior;

 

  1. 3 – Teve sua autoridade contestada pelo conselho de educação da escola Richmond, não se dobrando ao vento das idéias contrárias.

 

 

5 – Conclusão:

O filme não conta uma história dos livros de fadas e encantos com um final feliz de vitórias da equipe, mas sobre a formação de seres humanos que antes só dispunha de uma visão da vida e do mundo e estavam fadados ao fracasso herdados de seus antepassados, mas que depois puderam escolher seus próprios caminhos de vitórias e derrotas pessoais a partir da experiência que tiveram a partir de então. Creio que todos nós assinamos contratos todos os dias com nossos sonhos e objetivos, vamos colocá-los em prática ou apenas amassá-los e jogá-los no fundo da gaveta?

See you later 🙂 !

Fernando “Eagle” de Sousa.

Ficha Técnica:

Direção: Thomas Carter

 

As Aventuras de Pi – “Acredite no Inacreditável.”

Pi_Life02Começo mais um post, às vésperas do natal, um tempo onde se deveria estar escrevendo sobre festas de fim de ano, novas metas para o ano que se inicia e coisas afins, mas não é isso que eu faço, escrevo sobre o que me apetece e cinema me encanta como os leitores do meu blog sempre podem comprovar. Uma estreia que me chamou nesses dias, mais um excelente trabalho do diretor Ang Lee (“O tigre e o dragão”, “O clã das adagas voadoras” e o chocante “O segredo de brokeback mountain”), um filme baseado numa obra homônima “As aventuras de Pi” (“Life of Pi” no original).
Confesso que o título não me impressionou muito, mas o trailer do filme na introdução de outro que assisti na semana passada (“Os penetras”) me fizeram ficar curioso sobre o desenrolar de tal aventura que para minha surpresa se dá de forma bem atrativa, reveladora e sobretudo, é uma aula de auto conhecimento e exposição de verdades inerentes a cada ser humano. Tudo começa à maneira dos filmes bollywoodianos (sim pois o estilo indiano de fazer cinema é inerente à obra) e não poderia ser de outra forma pois a história tem como protagonista um garoto indiano que fez suas próprias escolhas em relação à religião e modo de vida, de acordo com todas as experiências as quais ele viu e viveu ao logo da sua jornada.
Pi_Life01No início do filme, vemos um jovem escritor que após uma infrutífera tentativa de escrever uma história, se encontrou com um velho indiano que o convenceu a retornar á sua terra natal, o Canadá francês, e conversar com seu sobrinho postiço sobre o que seria “Uma história que o convenceria a acreditar no inacreditável e em Deus”. Ele entrevista um indiano de meia idade, que com a sua simplicidade caracteristica começa a lhe narrar fatos que parecem saidos de algumas lendas hindus contadas em Catmandu ou no Rajaquistão, histórias essas que começam com paisagens lindas, de uma lugar desses que você quer passar suas férias de verão e que te transportam para o “inimaginável” (o objetivo claro da obra). O protagonista, Piscine Molitor “Pi” Patel, um garoto indiano originário da cidade Pondicherry* no sul da India, filho de um administrador de zoológico e de uma botânica, que tem sua vida completamente transformada quando sua familia tem que se mudar para o Canadá, durante a viagem, segue-se um naufragio e o garoto é lançado ao mar em um bote salva vidas juntamente com uma zebra, um orango tango fêmea, uma hiena e pasmem! :X Um tigre, este ultimo contendo todos os elementos necessários ao desenvolvimento da aventura…que no final, traz uma inquietante pergunta, sobre no que acreditamos, o que vemos diante de nós, qual a verdade sobre nossa jornada pessoal enfim…é um filme e um livro pra
assistir, pensar e amar! Recomendo a todos. Boas festas e see you later 😀

Ficha Técnica:

Direção: Ang Lee (Dispensa comentários)

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Fontes externas:

http://www.imdb.com

http://pt.wikipedia.org

http://www.cinepop.com.br

http://omelete.uol.com.br

Bebê nasce com coração batendo fora do corpo e sobrevive à cirurgia

Do UOL, em São Paulo

Crédito: Texas Children’s Heart Center/Divulgação

Um bebê que nasceu com o coração batendo fora do seu corpo sobreviveu à cirurgia, divulgou nesta semana o Hospital Infantil do Texas, em Houston, nos Estados Unidos. Segundo a equipe médica, Audrina Cardenes está na sua quinta semana de vida após vencer as dificuldades de uma operação que colocou o órgão para dentro.

A menina sofre de ectopia cordis, uma doença rara em que o coração se desenvolve para fora do peito, parcialmente ou totalmente, e atinge 1 em cada 8 milhões de bebês no mundo. Segundo o hospital, cerca de 90% desses casos são natimortos ou morrem cerca de três dias depois do nascimento.

A mãe optou em fazer a cirurgia de risco após descobrir o problema no pré-natal, quando ainda estava na 16ª semana de gestação – os médicos ofereceram outras opções, como o aborto e cuidados médicos durante a gravidez. Ela se mudou, temporariamente, de Midland para a capital do Texas para ficar mais próxima de um hospital capaz de fazer essa operação bastante complicada – ela envolve cirurgia cardiovascular, plástica entre outros procedimentos de uma só vez.

Charles Fraser Jr, que comandou a cirurgia de seis horas, diz que o futuro de Audrina é “ainda incerto”, mas que ela tem “progressos a cada dia” e que será acompanhada pela equipe de pediatria do centro cirúrgico.

“Audrina é uma verdadeira batalhadora, e nós estamos esperançosos de que ela continuará com este progresso. Também tenho esperanças de que o caso dela marque o início da nossa capacidade em cuidar de mais crianças diagnosticadas com ectopia cordis no futuro.”

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/11/21/bebe-nasce-com-coracao-batendo-fora-do-corpo-e-sobrevive-a-cirurgia.htm

Rango – O filme

Dado o feriado de carnaval, aproveitei para executar algumas atividades culturais, já que os parcos recursos/opções me privaram de sair da cidade que hoje denomino de “moradia”. Numa dessas atividades, me desloquei para o cinema levado pela curiosidade de um preview postado no site multimídia youtube (www.youtube.com), um filme dos estúdios Paramount no estilo animação – Rango.

Para começar,  ao chegar à sala de projeção deparei-me com um rapazinho estilo “nerd“, sentado no lugar que eu havia reservado (sempre compro ingresso pela web pra não ter que enfrentar as tais filas), aproximadamente 9 anos, cabelo crescido, óculos transparentes meio tartaruga, uma figura para não passar despercebida, não vi mas os presentes me disseram que quando sentei ao seu lado ele ergueu os olhos numa expressão de espanto, talvez por ver um homem já adulto assistindo a um filme de animação infantil. Ele ficou ao meu lado o filme inteiro, tecemos vários comentários à obra e se mostrou um cinéfilo como eu, já que o filme faz referência a diversas obras do passado e do presente, realmente uma companhia interessante pra discutir sobre os filmes desde Apocalypse Now (1979), uma vez que o filme utiliza a famosa trilha musical “A Cavalgada das Valkyrias” usada para retratar o ataque à vila vietnamita, que ele reconheceu e até solfejou  acreditem, bem como sucessos recentes tais como Matrix (1999) pois qualquer filme hoje passa invariavelmente pelos efeitos especiais dessa obra.

O FILME

Rango o personagem principal


Apesar do trailer no site multimídia o filme começa com um ar de “não sei onde vai dar” as cenas iniciais nos mostram o personagem principal numa crise de identidade, um camaleão que não consegue se definir como pessoa, como profissional ou como qualquer outra coisa, um detalhe: camaleões são assim mesmo, indefinidos…(risos). Trocadilhos à parte, a trama começa a se desenrolar após um evento nada agradável pro nosso amigo, daí tudo segue uma linha meio “espiritualista” e evolutiva onde o nosso personagem segue em busca da verdade sobre si e sobre o propósito da sua vida e história com uma pitada de romance, como em quase todos os filmes de animação recentemente lançados. O ponto alto da animação são as cenas hilárias de perseguição de uma águia do deserto contra nosso “herói”, bem como a cena no saloon onde ele se apresenta como um grande matador, realmente damos muitas risadas nessa hora, pois daí surge o nome que trará toda a confusão e enaltecimento à vida dele, Rango.

Jake Cascavel - O Vilão com código de honra

Outro ponto alto, e não fui só eu quem notou isso, pois consultei na data de hoje vários fóruns de adolescentes e pré-adolescentes que assistiram ao filme , é o personagem Jake Cascavel uma cobra como o próprio nome já diz (risos), com uma metralhadora “gatling” anexada no lugar do seu guizo, Jake faz a festa na segunda metade do filme já que sua inimiga mortal, a águia do deserto foi eliminada (assistam pra ver como, muito show) e ainda nos transmite a idéia que os maus de verdade tem seu próprio código de honra, meio torto, bem ao estilo “Doc Hollyday” do célebre episódio de Tombstone com o xerife wyatt Earp, retratado no filme Tombstone – A justiça está chegando(1993), pelo ator Val Kilmer.

Não poderia deixar de citar ainda o personagem nada carismático do prefeito, um jabuti centenário em cadeira de rodas  o qual representa sem nenhuma deficiência os políticos por ai existentes, fazendo de tudo pra se manter no poder e usando deste para obter mais poder e riquezas (desnecessárias comparações com os políticos brasileiros, risos), desviando recursos e colocando a culpa em bandidos menos inteligentes e menos afortunados também (as toupeiras do filme, trocadilho, risos), mas que pelo menos na ficção encontra seu fim merecido (ah! se isso ocorresse na vida real).

Finalmente, concluindo essa análise descompromissada do filme em questão, concluo que essas animações infantis tem trazido muitos questionamentos adultos, do tipo: moralidade, honestidade, crise existencial. Também tem introduzido conceitos de que os personagens por melhores que sejam, não possuem um caráter perfeito (o caso do xerife que mentiu o filme quase todo) mas que numa hora ou outra, terão que enfrentar a verdade sobre si mesmo. Também vem introduzindo a vertente de pensamento de que as ações levam a resultados, se forem boas levarão a bons resultados e se forem ruins terão resultados funestos, isto nos diz que talvez os produtores desses filmes estejam tentando incutir naqueles que estão em formação, a idéia de procurarem ser pessoas melhores a cada dia, evitando assim acabarem na mão de um Jake Cascavel (ou no inferno, segundo os cristãos).  Ah! ia me esquecendo, próximo ao término do filme, o rapazinho do qual falei no início do post me falou: “Nunca tinha encontrado um adulto assim, que soubesse tanto de filmes e sobre tudo” ao que eu retruquei: “Existem mais adultos desse jeito do que você pensa”, mas na verdade no caminho de volta essa frase veio martelando na minha cabeça, e ainda está assim, e me pergunto: Tem uma geração nova saindo do forno ai, e como estamos nos posicionando em relação a ela? Como estão sendo recebidos? Quem conversa com essas “feras” pra lhes explicar sobre o mundo e sobre a vida? Eles dependem de filmes como Rango pra moldarem seu caráter? e Se quiserem ser ao invés do xerife o pistoleiro cascavel? Eles estão sedentos de quem lhes ensine algo…e algo proveitoso espero. Pense nisso também.

Elenco:

Johnny Depp ———————-Rango/Lars

Isla Fischer ————————Feijão

Bill Nighy ————————–Jake Cascavel

Fontes:

http://iguana-teteia.deviantart.com/art/Jake-Cascavel-Rango-200294218?offset=0

http://www.rangomovie.com/

http://www.imdb.com/title/tt1192628/

Atualização em 05/03/2012Em tempo: Rango ganhou o Oscar de “Melhor Animação de 2011”, seu diretor Gore Verbinski disse que: “Me perguntaram se ‘Rango’ era um filme para crianças. Eu não sei. O que eu sei é que é um filme feito por um monte de adultos se comportando como crianças”. Parabéns a toda a equipe.

Dia dos pais

Hoje, segundo domingo de agosto, comemorado o “Dia dos pais” venho a público fazer uma reflexão.
O fato de ser pai e de estar sempre preocupado com o futuro de quem depende de nós, me faz refletir no tipo de mundo nossos filhos serão inseridos (ou será que já não estão?). Vivemos dias onde os valores familiares são substituídos por valores de uma sociedade decadente, onde o que antes era certo agora se tornou errado, onde verdades e valores tais como Deus, família, nação e pátria foram substituídos por: Ciência, turma, baladas e sexo (este último como um fim e não apenas um meio).
E o que fazer diante do quadro que se desenha? O que ensinar aos nossos filhos já que a televisão, internet e cinema se arrogam de “professores” e colocam em xeque todo o nosso discurso “do certo e do errado”. Quando eu era pré-adolescente, escutei certa professora me dizer que: “A base da moral é Deus” (Educação Moral e Cívica, retirado do currículo escolar), e hoje pergunto: Em um mundo sem Deus, qual é a base da moral? Aliás houve uma substituição do discurso, de moral para ética. Por definição, ética tem a haver com a relação entre nós e outros seres humanos, nossa forma de interagir de forma certa ou errada com os outros, já a moral é a forma como lidamos com a nossa consciência e norteia nossas ações. Ainda que outros não concordem, podemos dizer que um indivíduo sem moral pode agir de forma ética, compelido pelos padrões rígidos da sociedade e não porque ache certo ou errado e quase sempre que tiver oportunidade optará por fazer a coisa errada.
Daí se infere que se não temos mais Deus como referencial, logo esse mundo não tem mais moral. Então o que fazer? Como diria o caro Paulo Cézar (Grupo Logos) “não posso calar, deixar meu próximo cair enquanto eu estou aqui, cansado de saber que Deus é a paz desse mundo” . Então falta Deus nesse mundo e faltam valores, sobre isso falaremos mais adiante…Até a próxima. 29042010158.jpg

Via Wordmobi

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