Creed – Nascido para lutar.

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Assistir Rocky Balboa (Sysvester Stallone) em mais uma das suas incursões ao mundo do boxe parece um tanto quanto nostálgico, mas dessa vez não estamos assistindo à reprises dos Rockys anteriores e sim, vendo a história de um sexagenário que treina o filho do que foi o seu maior rival, e amigo. É a história repetindo seu ciclo, agora Rocky (Sly) troca de papel e é o ex pugulista velho e treinador e Adonis Creed (Michael B. Jordan) é boxeador novato em busca de um sonho de conquista. Mas num final supreendente teremos a sensacional revelação de que nem tudo é por uma simples ira interior, ou incompreensão, mas sim para provar que na vida somos aquilo que acreditamos e lutamos e nunca aquilo que disseram ou mostraram de nós. Não somos um erro, temos uma identidade que é que somos “nascido para lutar”.

See you later 🙂 !

Fernando “Eagle” de Sousa.

Ficha Técnica:

    • Michael B. Jordan – Adonis Creed
    • Silvester Stallone – Rocky Balboa
    • Tessa Thompson – Bianca
    • Phylicia Rashad – Mary Anne Creed

Direção: Ryan Coogler

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Análise do Filme “Coach Carter – Treino para a vida”.

Coach_Carter_posterDurante um dos diversos treinamentos sobre liderança e qualidade no serviço público, um instrutor me apresentou um filme do qual eu tive pouco interesse, mas como a vida é uma quebra de paradigmas fomos desafiados a efetuar uma análise do filme no qual figuram grandes nomes do cinema americano, o qual passo a descrever aquele que me foi um dos mais prazerosos trabalhos desse curso:

1 – Introdução.

  1. 1 – O que o filme:

Trata-se de um filme americano baseado na história real da intervenção do treinador Ken Carter (Samuel L. Jackson) no time de basquete do ginásio Richmond, sua antiga escola e onde bateu vários recordes tendo assim feito seu nome na cidade.

  1. 2 – Do que fala o filme:

Agora já estabilizado e dono de uma loja de artigos esportivos, Carter não tem porque sair da sua zona de conforto para se meter a treinador de uma equipe de garotos problemáticos de uma área pobre e violenta da cidade, mas aceita o desafio, pois crê que pode fazê-los ir além daquilo todos esperam que façam (isso é mencionado várias vezes no filme). Para Carter o “esporte (basketball) é um privilégio e deve ser merecido, por alunos que freqüentem as aulas e tirem notas excelentes”.

 

2 – Mensagens transmitidas pelo filme:

  1. 1 – Desprendimento para começar um projeto – Logo no começo quando é convidado a assumir o time de basquete, o Sr. Carter não vê apenas como uma oportunidade de conciliar uma atividade secundária com uma atividade principal, ele realmente vê como um novo projeto a ser tocado, para tanto se dispõe a desprender-se da sua loja por um tempo e empreender naquele projeto que pra ele é mais do que levar uma equipe de basquete a vencer jogos do campeonato estadual, ele quer fazer aqueles garotos vencerem na vida!

 

  1. 2 – Método de trabalho – De imediato o Sr. Carter mostrou logo a que veio, determinou que estava no controle da situação e inovou ao celebrar um contrato de parceria com seus treinandos e responsáveis, dessa forma fazendo com que o principio básico da teoria geral dos contratos se estabelecesse: pacta sunt servanda. (contrato faz lei entre as partes), dessa forma temos:
  2. 2.2.1 – Deveres e obrigações: fazendo com que os jovens aprendam que na vida tudo tem um dever e uma obrigação e nada é dado de graça, e que toda transgressão tem consequemente uma penalidade (ex. chegar atrasado implicaria em mais exercícios físicos);

 

  1. 2.2 – Forma de tratamento e vestimenta: os garotos não se viam como pessoas importantes e, portanto não se tratavam como “Senhores” ou se vestiam adequadamente, colocando-os a falar e se vestir corretamente ele os fez se verem de uma forma melhor. Eram pessoas melhores do que jamais pensariam em ser e um simples pedaço de papel foi o pontapé inicial;

 

  1. 2.3 – Se tornavam pessoas de responsabilidade: agora como responsáveis pelos seus atos, eles entenderiam que as decisões que tomamos na vida, durante a vida toda, não são culpa da condição econômica da qual nascemos, da classe social ou ainda de outras pessoas que nos conduziram ao sucesso ou fracasso, mas sim da nossa própria responsabilidade, pois se quebrassem o contrato seriam penalizados e apenas poderiam responsabilizar-se a si mesmos pelo ocorrido.

 

2 – Estilo de liderança: O estilo inconfundível é o autoritário e não há como agir diferente diante de rapazes que nunca antes haviam experimentado os três pilares da marcha vitoriosa:

 

  1. 1 – Hierarquia – os rapazes nunca antes haviam encarado a situação de se submeter a receber ordens e instruções, quando ele os colocou em situação de serem liderados sob um comando firme eles começaram a entender uma das maiores verdades da vida: sempre existirá alguém em um posto imediatamente superior;

 

  1. 2 – Doutrina – havendo uma hierarquia deve-se aplicar a doutrina (ensinamento) básica o avanço da marcha rumo à vitória, esse ensinamento no filme passa por: condicionamento físico, ensaios de ataque e bloqueio e etc;

 

  1. 3 – Disciplina – havendo hierarquia e doutrina o desrespeito a essas instituições levará fatalmente à aplicação de sanções e penalidade, coisa que o americano e australiano gosta de dizer: “crime e castigo”.

 

 

3 – Ferramentas e Instrumentos de Trabalho: Carter se vale de diversas ferramentas para atingir o objetivo principal que não era apenas fazê-los uma equipe vencedora, ele queria mais e essa deve ser a visão do líder de sucesso! Sempre melhorar o estado das coisas, sem, contudo estabelecer metas e objetivos absurdos, senão vejamos:

  1. 1 – nomenclatura dos ataques e defesas: quando ele nomeia os ataques e formas defensivas com os nomes das suas irmãs, ele está dando singularidade e individualidade a cada ação, é importante termos em mente que cada processo deve ter uma denominação específica para que comuniquemos de forma clara e objetiva à equipe aquilo que queremos que seja feito, sob pena de depois ouvirmos aquele sonoro “não entendi bem o que você queria”;

 

  1. 2 – verificação de quantidade de erros e acertos: quando todos poderiam pensar que eles estavam avançando no campeonato estadual e entrar em euforia, Carter nos ensina que antes de comemorar as vitórias devemos primeiro fazer um balanço dos números de erros cometidos até então, para que possamos subtrair das vitórias e ver qual o real tamanho da conquista ou avanço da nossa coluna;

 

  1. 3 – Ensino a não subestimar o objetivo a ser conquistado (ter o pé no chão): quando os rapazes já estavam se achando os invencíveis e até chacotas faziam dos adversários, Carter nos mostra que quanto mais alto subimos mais dignos devemos nos portar, de forma que entendamos que todos tem importância no processo de vida, e mesmos aqueles a quem já superamos quer seja em conhecimento ou em postos de trabalhos também merecem respeito e se deve conquistar a admiração.

 

4 – Disposição para pagar o preço para alcançar o objetivo: Creio que uma das mais importantes lições que o filme nos passa é a de que o Treinador Carter (O “coach” do filme) estava disposto a pagar qualquer preço que fosse o mais alto que estivesse cotado para atingir seu objetivo, senão vejamos:

 

  1. 1 – Se tornou impopular ao fechar o ginásio da escola até que seus treinandos obtivessem as notas acordadas no contrato inicial;

 

  1. 2 – Teve sua loja depredada por vândalos por assumir a posição do item anterior;

 

  1. 3 – Teve sua autoridade contestada pelo conselho de educação da escola Richmond, não se dobrando ao vento das idéias contrárias.

 

 

5 – Conclusão:

O filme não conta uma história dos livros de fadas e encantos com um final feliz de vitórias da equipe, mas sobre a formação de seres humanos que antes só dispunha de uma visão da vida e do mundo e estavam fadados ao fracasso herdados de seus antepassados, mas que depois puderam escolher seus próprios caminhos de vitórias e derrotas pessoais a partir da experiência que tiveram a partir de então. Creio que todos nós assinamos contratos todos os dias com nossos sonhos e objetivos, vamos colocá-los em prática ou apenas amassá-los e jogá-los no fundo da gaveta?

See you later 🙂 !

Fernando “Eagle” de Sousa.

Ficha Técnica:

Direção: Thomas Carter

 

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE IV – Praia e depois queima de fogos no réveillon

“Conhecendo a praia e mais da cidade”

No início do dia 31/12/2012 – pela manhã sai à praia da vila, águas translúcidas e totalmente límpidas, de um tom azul marinho lindíssimo, o mar nos convida a entrar, surfar ou andarmos de kite surf (ali há muitos) e logo que entro no mar, tenho a sensação de que ele é todo plano, não havendo surpresas em relação ao que te espera, e nos envolvemos em suas águas claras, sem mistérios.

Na praia de Jeri

Na praia de Jeri

Retornando da praia, vindo pela rua chamada de Principal temos varias lojas, comprei como de costume uma camisa e um boné alusivos à visita, bem como peças que demonstram minha passagem por aqui. Ao almoçar, restaurante Rústico & Acústico, delicioso filé de robalo à farofa de castanha de cajú, com arroz de gengibre. (Recomendo).

Robalo à farofa de castanha de cajú - delícia!

Robalo à farofa de castanha de cajú – delícia!

Em retorno pra nossa estadia, dei de cara com uma igreja evangélica nada convencional (e olha que sou evangélico, viu?), uma igreja pra surfistas, demonstrando que os surfistas que quiserem adorar ao Senhor Jesus naquele paraíso também tem onde fazê-lo – claro que existem igrejas mais tradicionais também minha gente ;-). Olhem as fotos da entrada.
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Portal da Igreja para Surfistas

Portal da Igreja para Surfistas

“Reveillon, queima de fogos na duna do pôr do sol”

A noite,fui assistir a queima de fogos das “Dunas do pôr do sol”, um espetáculo sem igual. Coisa de cinema e em pé de igualdade com qualquer outro lugar ecológico no mundo, tal como, as ilhas Fiji ou o Caribe, um espetáculo só entendido por quem viveu, isso mesmo, viver o momento é a melhor definição da palavra. Aproximadamente 45 minutos de queima de fogos, entre os que são lançados das dunas, dos morros próximos, da praia e ainda uma chuva de todos juntos.
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Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

01/01/2012 – Ao amanhecer do dia primeiro do ano, todos ainda com a ressaca do dia anterior (ressaca de sono no meu caso). Nos preparamos para partir.  Confesso que deixar esse paraíso não foi uma das sensações mais agradáveis que tive, o que me consola é que espero logo retornar e enquanto escrevo essa última parte, amigos que souberam desse lugar através dessa série de posts, se deslocaram para lá e estão curtindo tudo isso ao vivo e à cores. Você vai ficar na vontade? Creio que não…rsrs Até a próxima.

 See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE III – 2º Dia “hora de rodar”.

“Hoje é dia de rodar”

Começa o dia 30/12/2012 – segundo dia do passeio- 09h00min (GMT -3, ZULU) – após o café da manhã – uma hora de confraternização sempre, pois o pessoal era de altíssimo astral – acondicionados nas “jardineiras” pensei: É hora de rodar. Saímos para o passeio à famosa “Pedra Furada”, passando pela Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso, onde almoçamos, serviço meio confuso mas comida deliciosa, finalizando com uma visita à Duna Por do Sol.

 Seguem as fotos da aventura. 😉

Kit aventura Jeri

Kit aventura Jeri

O “Kit Aventura Jeri” era composto por: Kit de primeiros socorros (requisitado duas vezes), Kit higiene/limpeza (em azul), canivete nacional de uso geral (ver link), óculos náutico Ocean® com flutuador e fixador pra nuca (lentes polarizadas vermelhas como os da Força Delta™), mini bússola, protetor solar (lá o sol é muito quente) e é claro a pulseira indicativa de que fazia parte do Grupo.
Esperando a partida, encostado na "jardineira"

Esperando a partida, encostado na “jardineira”

Dentro da jardineira, pronto pra "rodar"

Dentro da jardineira, pronto pra “rodar”

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Passando pelo obstáculo natural.

Passando pelo obstáculo natural.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara - Marcando Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara – Marcando Pedra Furada.

Em Pedra Furada

Em Pedra Furada

Pedra Furada2

Pedra Furada2

Neste ponto, tínhamos mais fotos, porém por não termos documento autorizando a exibição de imagens, deixamos de postar as demais. 😦 De lá fomos para a “Árvore da Preguiça”.
Deu preguiça na "Árvore da Preguiça" rsrs

Deu preguiça na “Árvore da Preguiça” rsrs

Indo pra Lagoa Azul.

Indo pra Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Da “Lagoa Azul” fomos para a “Lagoa do Paraíso”, onde almoçamos e curtimos a tarde. Uma observação que fiz foi que: O deslocamento entre a Lagoa do Paraíso  até a Vila de Jericoacoara, me lembrou em parte, o caminho percorrido entre o aeroporto e a base do exército americano em Mogadiscio, Somália em 1993. Praias lindas, dunas mais lindas ainda e os off roads (aqui não eram Humvees e sim as ‘jardineiras’) patinando pelas estradas de areias, localizamos pelo menos uns 5 atolamentos.
Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Após uma tarde maravilhosa na Lagoa do Paraíso, retornamos à Vila de Jeri, e pra finalizar o dia assistimos ao pôr do sol na já citada e famosa duna. Pena que o tempo não contribuiu, nublou e não tirei fotos. A noite saímos novamente, vejam algumas fotos.
Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Continue conosco, o melhor dessa aventura ainda está por vir. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE II – 1º Dia no Paraíso.

A chegada e o local

Chegada 29/12/2012  +/- 11h00min – Confesso que já haviam me falado sobre a Vila de Jeri (como é denominada entre os locais), mas o lugar excede qualquer descrição. Ficamos em um conjunto de edificações na entrada da localidade, boas acomodações, tudo muito organizado dentro do que foi acordado.  Foi somente o tempo de acomodar as malas (mochilas no meu caso) e sair pra procurar o que comer, que em Jeri o que não falta é opção.

Como ainda não havia me “enturmado” com o restante dos excursionistas de também como sempre gosto de fazer um reconhecimento do local, fiz uma incursão pelas redondezas, saindo em direção ao oeste seguindo pela “Rua das Dunas” (mapa abaixo), rumo à “Duna Pôr do Sol”, passando por algumas pousadas e residências de veraneio. Logo na primeira esquina à direita, indo para o norte seguimos na direção da rua São Francisco onde na próxima esquina à direita (lembre-se que estava fazendo reconhecimento da área),  tive a grata surpresa de encontrar um local aprazível para almoçar o “Restaurante do Sapão“. Um lugar onde comemos bem, com um atendimento à altura e preços condizentes com a realidade de viajantes como eu. Segue um mapa de marcação do local, e fotos desse momento.

Localização do restaurante "O Sapão"

Localização do restaurante “O Sapão”

Placa do Restaurante do Sapão - Jeri.

Placa do Restaurante do Sapão – Jeri.

Gerente do Restaurante do Sapão

Gerente do Restaurante do Sapão

Após a incursão gastronômica, aproveitei a tarde para repousar (ainda estava um pouco cansado da viagem), à noite saímos para conhecermos e nos ambientarmos à noite de Jeri. Um dos pontos a ser visitado naquela localidade à noite lanche é o “Big Lanche”, onde o nome faz jus à fama, lanches em proporções avantajadas. Percebemos vários bares, restaurantes e pizzarias, todos iluminados para as festas de fim de ano, lojas abertas até as 23ho que facilita a vida do turista. Lojas de um tudo, desde óculos (O nome de uma dessas  lojas era Oklos, aproveitei para fazer a compra de um modelo apropriado para praia/passeios), jóias, roupas e uma infinidade de coisas. Diversas escolas de kite surf e lojas diversas com equipamentos e instrutores.
Seguem as fotos da primeira noite em Jeri, infelizmente como não disponho da autorização de utilização de imagens, e como estávamos viajando em grupo, não poderei postar todas.
Praça principal de Jeri - 1ª noite.

Praça principal de Jeri – 1ª noite.

Praça principal de Jeri - 1ª noite2.

Praça principal de Jeri – 1ª noite2.

 

Restaurante "Casa Dela" em Jeri.

Restaurante “Casa Dela” em Jeri.

Por hoje é só, mas quem sabe essa semana ainda eu continue postando o resto de nossa aventura. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE I

Passados mais de dois meses, agora após a resolução de alguns itens e compilação de outros, posso então relatar a vocês, como foi passar o final de ano em Jericoacoara no litoral do Ceará. Convido-os a uma aventura sem precedentes para mim.

A viagem de última hora

Fui informado sobre a formação dessa excursão, formada pelo grupo Camping Club SLZ apenas uma semana e meia antes da partida, empresa séria formada de jovens empreendedores, tudo acertado via contrato de prestação de serviços devidamente registrado, com cronograma preciso, obrigações de ambas as partes e como eu gosto, responsabilidade de levarmos a um lugar aprazível. A caravana foi composta de um grupo de universitários e algumas famílias, tudo seguindo os princípios da boa convivência, uma turma de altíssimo astral. Segue abaixo um cronograma do deslocamento de São Luis-MA até Jericoacoara-CE.

Saída – 28/12/2012 – 22h00mim – Igreja Matriz do bairro da COHAB, em São Luis-MA.

Insiro aqui, como de praxe, o mapa de deslocamento dessa primeira parte.
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Durante o deslocamento de ida, fizemos uma parada antes da cidade de Jericoacoara Jijoca-CE – Café da manha às 08h20min no estabelecimento bem aprazível, desfrutando da hospitalidade cearense. Trocamos então  para veículos de tração 4×4 tipo pick-ups com carroceiras com assentos cobertos denominados “Jardineiras”. passando pela cidade Jericoacoaquara – ultima chance de ir à uma agencia bancária  e dai fomos para Vila Jericoacoara no parque ambiental.
Seguem as fotos do deslocamento até a chegada à Vila de Jericoacora. Aprecie sem moderação 😉
Vista de dentro das "jardineiras"

Vista de dentro das “jardineiras”

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

 

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Já chegando à Vila de Jeri.

Já chegando à Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Continuem conosco para a narração dessa grande aventura. See you later. 😉

Economista aposta em economia de baixo carbono com inclusão social

Para Marcus Eduardo de Oliveira, essa é a única salvação para a economia brasileira

Do site: rioverdeagora.com.br

Pelo menos até a primeira metade do século 21, obrigatoriamente, deverá ocorrer à transição para uma economia de baixo carbonoEconomista que incorpore a dimensão social. “Será isso a nossa salvação, caso queiramos continuar dando o ar de nossa graça por aqui”. Isso é o que defende, em recente entrevista, o economista paulista Marcus Eduardo de Oliveira, especialista em Política Internacional e autor de vários artigos sobre a relação entre a economia e a ecologia.

Economia de baixo carbono faz referência à busca de menores impactos sobre o clima global, buscando alternativas energéticas, reduzindo emissões de gases e procurando a sustentabilidade.

“Já perdemos muito tempo menosprezando a atividade econômica que promove a destruição ambiental em prol de uma economia que enaltece apenas e tão somente o produto e o mercado e desdenha, sobremaneira, da condição de vida das pessoas”, diz Marcus de Oliveira.

“A cada dia que passa se faz necessário alertar a opinião pública de que uma transição para a economia verde é a nossa única salvação”, reitera o economista. “Já fomos muito incompetentes no trato dos recursos naturais, e já passou da hora de virarmos esse jogo. Produzir a qualquer custo já não faz o menor sentido. Isso é parte de um modelo econômico que se mostrou completamente fracassado e criminalmente assustador, cujos resultados estão expressos aí, nessa completa desestruturação climática”.

O modelo econômico moderno, nas palavras do professor de economia Marcus Eduardo de Oliveira, deve, necessariamente, “incorporar inovação tecnológica e desenvolvimento de produtos com menor emissão de gases. Chegou a hora de todos os países viverem sob a era da ´descarbonização´”.

Para isso, o modelo mais plausível e urgente é “adotar medidas que diminuem a produção de eletricidade oriunda de termoelétricas de carbono e encontrar energias renováveis, como a nuclear, a eólica, a solar fotovoltaica, por exemplo. O fato é que não podemos mais desperdiçar energia”, diz o economista.

Desperdício de recursos
No caso específico do Brasil, o economista chama a atenção para o enorme desperdício de água e energia. Uma simples torneira pingando consome 1400 litros de água por mês. Marcus de Oliveira aponta um dado estarrecedor: “De toda a água produzida no País, 46% são “perdidas” pelos ralos. Na Europa, essa perda não chega a 10%. Isso além de ser um crime ambiental é um risco para todos nós”.

De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) são retirados dos rios e do subsolo no Brasil 840 mil litros de água a cada segundo. Desse total retirados dos mananciais brasileiros, 69% vão para a irrigação, contra 11% para o consumo urbano, 11% para o consumo animal, 7% utilizados pelas indústrias e 2% pela população rural. Nesse aspecto, o economista salienta que “um percentual considerável de perdas estão nas cidades brasileiras que possuem redes malconservadas. Há casos conhecidos de cidades que chegam a perder até 75% de água”.

Não muito diferente disso é que se perde em relação à energia, tanto no uso residencial quanto no industrial. O economista alerta que ao combater o desperdício de água estamos ao mesmo tempo combatendo a perda de energia, uma vez que a luz e a água são recursos naturais que estão diretamente interligados. “Não podemos perder de vista que as usinas geradoras de quase toda a eletricidade consumida no Brasil são hidrelétricas”.

Para Marcus de Oliveira, “o verdadeiro desenvolvimento só pode ser considerado viável se contemplar o respeito ao meio ambiente, resguardando o aspecto social. Por isso, o que chamamos hoje de economia verde só faz sentido se incorporar a dimensão social, daí a importância do termo economia verde inclusiva. Adotar esse modelo de baixo carbono com uma economia voltada a atender os graves conflitos sociais é a nossa única salvação”. Por fim, o economista ainda ressalta que “se os principais países não buscaram estratégias para dirimir a grave crise social e ambiental o futuro de todos estará em risco”.

Fonte: http://www.rioverdeagora.com.br/noticias/cidade/economista-aposta-em-economia-de-baixo-carbono-com-inclusao-social

As Aventuras de Pi – “Acredite no Inacreditável.”

Pi_Life02Começo mais um post, às vésperas do natal, um tempo onde se deveria estar escrevendo sobre festas de fim de ano, novas metas para o ano que se inicia e coisas afins, mas não é isso que eu faço, escrevo sobre o que me apetece e cinema me encanta como os leitores do meu blog sempre podem comprovar. Uma estreia que me chamou nesses dias, mais um excelente trabalho do diretor Ang Lee (“O tigre e o dragão”, “O clã das adagas voadoras” e o chocante “O segredo de brokeback mountain”), um filme baseado numa obra homônima “As aventuras de Pi” (“Life of Pi” no original).
Confesso que o título não me impressionou muito, mas o trailer do filme na introdução de outro que assisti na semana passada (“Os penetras”) me fizeram ficar curioso sobre o desenrolar de tal aventura que para minha surpresa se dá de forma bem atrativa, reveladora e sobretudo, é uma aula de auto conhecimento e exposição de verdades inerentes a cada ser humano. Tudo começa à maneira dos filmes bollywoodianos (sim pois o estilo indiano de fazer cinema é inerente à obra) e não poderia ser de outra forma pois a história tem como protagonista um garoto indiano que fez suas próprias escolhas em relação à religião e modo de vida, de acordo com todas as experiências as quais ele viu e viveu ao logo da sua jornada.
Pi_Life01No início do filme, vemos um jovem escritor que após uma infrutífera tentativa de escrever uma história, se encontrou com um velho indiano que o convenceu a retornar á sua terra natal, o Canadá francês, e conversar com seu sobrinho postiço sobre o que seria “Uma história que o convenceria a acreditar no inacreditável e em Deus”. Ele entrevista um indiano de meia idade, que com a sua simplicidade caracteristica começa a lhe narrar fatos que parecem saidos de algumas lendas hindus contadas em Catmandu ou no Rajaquistão, histórias essas que começam com paisagens lindas, de uma lugar desses que você quer passar suas férias de verão e que te transportam para o “inimaginável” (o objetivo claro da obra). O protagonista, Piscine Molitor “Pi” Patel, um garoto indiano originário da cidade Pondicherry* no sul da India, filho de um administrador de zoológico e de uma botânica, que tem sua vida completamente transformada quando sua familia tem que se mudar para o Canadá, durante a viagem, segue-se um naufragio e o garoto é lançado ao mar em um bote salva vidas juntamente com uma zebra, um orango tango fêmea, uma hiena e pasmem! :X Um tigre, este ultimo contendo todos os elementos necessários ao desenvolvimento da aventura…que no final, traz uma inquietante pergunta, sobre no que acreditamos, o que vemos diante de nós, qual a verdade sobre nossa jornada pessoal enfim…é um filme e um livro pra
assistir, pensar e amar! Recomendo a todos. Boas festas e see you later 😀

Ficha Técnica:

Direção: Ang Lee (Dispensa comentários)

Pi_Life04

Pi_Life03

Fontes externas:

http://www.imdb.com

http://pt.wikipedia.org

http://www.cinepop.com.br

http://omelete.uol.com.br

PM é executada na frente da filha na zona norte de SP

CAMILA BRUNELLI, FELIPE TAU E VALÉRIA FRANÇA – Agência Estado

A soldado Marta Umbelina da Silva, de 44 anos, do 18º Batalhão da Polícia Militar, morreu na noite de sábado após ser baleada pelas costas na frente da filha na porta de casa, na Rua Dr. Roberto Zwicker, na Vila Brasilândia, zona norte da capital. A policial não vestia farda no momento do crime.

De acordo com o boletim de ocorrências registrado no 72 º DP (Vila Penteado), a soldado foi atacada por dois homens quando saiu do carro para abrir o portão de sua residência. Os suspeitos fugiram em um veículo que aparentava ser um Honda Civic prata.

Quando a polícia chegou ao local, familiares já haviam levado Marta ao Hospital Geral de Vila Penteado, mas ela morreu a caminho da unidade. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Com o crime, chega a 90 o número de PMs assassinados no Estado neste ano. Antes, também na zona norte, um policial havia sido ferido em uma tentativa de roubo.

Outros casos

Às 13h35 deste sábado, um suspeito foi morto por policiais da Rota na Marginal do Pinheiros, depois de ser perseguido. Segundo a Polícia Militar, ele resistiu à abordagem. A madrugada de sábado foi violenta na capital e no ABC. Dez pessoas morreram baleadas e oito ficaram feridas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pm-e-executada-na-frente-da-filha-na-zona-norte-de-sp,955564,0.htm

MERCENÁRIOS 2: O Reencontro dos anos 80

Em meados dos anos 80 (1984 aproximadamente), garotos como eu, sonhávamos em estar em missões ao lado de John Rambo (Stallone – RAMBO – 1982) ou John Matrix (Schwarzenegger – Comando para Matar – 1985) de “Comando para Matar”, ou ainda voltar ao Vietnã com o Cel. James Braddock (Chuck Norris – Bradock o Super Comando – 1984) e enfretar uma quadrilha bem armada num edifício com o policial John McClane (Bruce Willis – Duro de Matar – 1988) no Nakatomi Plazza de “Duro de Matar”. Como na música do Leoni: “Garotos como eu e você…são só garotos” rsrs ;-).

Pois bem, há tres anos ouvi falar de um filme que reuniria esse seleto grupo e mais alguns que se somaram no caminho tais como Dolph Ludgren, Jet Li e Terry Crew (sim o pai do Chris) e Mike Hourke. Dai fiquei bolado: Pode dar em alguma coisa um filme rodado no terceiro milênio com astros do século passado? Ainda mais gravado no Brasil? Confesso que a história confusa e a parca atuação de Eric Roberts (já havia trabalhado com Stalone em “O Especialista”) reduziram a coisa a um dramalhão sem precedentes, a surpresa? A atuação de Jason Statham e Randy Couture, ambos ex lutadores de campeonatos e agora atores, se saíram muito bem. Statham já havia mostrado isso na trilogia “Carga Explosiva” mas o melhor ainda estava por vir…

Em 2012, ano no qual o mundo deve acabar segundo os maias (isso é um outro filme rsrs), mais um filme da franquia estava por vir, estava por acontecer uma das mais hilárias reuniões do cinema e dessa vez com Van Damme, seguindo a linha dos filmes de ação dos anos 80, com muitas explosões e balas pra todos os lados, na visão de um amigo meu: “A mentira característica desse tipo de filme e que todos nós gostamos…” Os Mercenários voltaram.

A História:

O filme começa com o resgate de um “agente” capturado após uma malfadada tentativa de resgate de um rico investidor chinês, de início já vemos o espírito que reúne essa trupe: Aventura, diversão, humor e muita, mas muita ação mesmo. Os céticos me dirão: “Um monte de coroas explodindo tudo e distribuindo porradas por ai?” Mas lembrem-se não são qualquer coroas, são alguns dos maiores coroas que estão por ai, não faz muito tempo “RED – Aposentados e Perigosos” traziam-nos o mesmo Bruce Willis com Morgan Freeman, Helen Mirren, John Malkovich e outros nos mostravam que coroas podem fazer um estrago quando agentes novatos e mal treinados não fazem o dever de casa. O resgate de alguns clichês característicos de alguns filmes de cada um tais como o “I´ll be back” do “Terminator” e a musica do “Lobo Solitário” do Norris são algumas das tiradas engraçadas, ainda mais quando Scharznegger diz: “Agora só falta o RAMBO” rsrs muito hilário (me diverti muito nessa hora). Mas também tem uma história, tem o roubo de códigos de localização de ogivas nucleares russas perdidas durante a guerra fria (mais uma alusão às décadas de 60, 70 e 80?), e um vilão chamado “Vilain” (isso mesmo o nome de Van Damme é esse no filme). O novato no grupo “Billy The Kid” (Liam Hemsworth) dá um novo tom à música dos mercenários, e a Maggie (Yu Nan) traz um “que” a mais ao grupo, uma vez que o Gunner (Lundgren) se apaixona por ela. Vale a pena pra quem gosta do gênero ou está na casa dos 40, nos faz voltar à adolescencia. See you later ;-).

 Ficha Técnica:

Elenco Principal:

Sylvester Stallone (Barney Ross)

Jason Statham ( Lee Christmas)

Bruce Willis (Mr. Church)

Arnold Scharznegger (Trench)

Chuck Norris (Booker)

Jean-Claude Van Damme (Vilain)

Diretor: Simon West (Lara Croft: Tom Raider, Falcão Negro em Perigo – como produtor)

Fontes:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-186189/

http://cinema.ptgate.pt/filmes/182

http://pt.wikipedia.org/wiki/First_Blood

http://www.imdb.com/title/tt0088944/

http://www.imdb.com/title/tt0087727/

http://cinema.sapo.pt/filme/the-expendables-2/video/cIVy1qHfkyt7v9Z51oky

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