Logan – O fim de uma era…com honra!

Logan

Aprendemos desde cedo que toda saga tem início meio e terá um fim, mas que dizer de alguém que nasceu para ser “imortal” ? Logan (Hugh Jackman) ou wolverine como nos acostumamos a chamá-lo, sempre foi um mutante do qual não se sabia dizer muita coisa, suas ações traduziram seu caráter, sua vida (e que vida!) testemunha por si, e seus amigos especialmente aqueles que lutaram ao seu lado até o fim sabem que tudo o que ele realmente ambicionava, era saber qual o seu lugar nesse mundo, onde mutantes e não mutantes vivem muitas das vezes sem sequer saber a guerra que é travada para manter o equilíbrio.

Logan e Laura/X-23

Em pleno ano 2029 agora convertido a cuidador do seu mentor e amigo Charles Xavier (Patrick Stewart), nalgum lugar na fronteira mexicana (sim ela ainda está lá nesse futuro) contando apenas com a ajuda do mutante Kaliban (Stephen Merchant), apenas quer viver um dia de cada vez enquanto aguarda a ação de um veneno, supostamente liberado em seu corpo pelo adamatium ali colocado . De repente algo o golpeia como nunca antes o haviam feito, a chegada de uma mutante especial e com características totalmente similares às suas, o fazem repensar em coisas como: família, paternidade, e legado. Vemos um Logan deixar para trás seu refúgio, levando consigo seu amigo Xavier e a mutante recem chegada Laura/X-23 (Dafne Keen) para um lugar fictício e que inicialmente só existiam em suas revistas em quadrinhos (incrivelmente sobre os X-MEN), ao longo dessa jornada se vê convertido em um pai cuidadoso (sim, biologicamente ele é pai da X-23), o qual tenta ensinar alguma coisa para a mutante embrutecida por anos em cativeiro. Aqui vemos um Logan doente, mas resignado, nunca reclamando de suas feridas e tampouco de sua sorte, vemos um Xavier tentando ligar pai e filha numa família, entretanto não houve tempo para tal. Assim como viveu ele morreu, lutando, como qualquer guerreiro gostaria de morrer, da forma mais pura e límpida, em combate e derrotando seu oponente.

Sei que anos se passarão, mas nunca esqueceremos Logan, o X-MEN que não movia o vento, não tinha telecinese, não lançava raios, mas acima de tudo lutava e nunca se entregava, tanto que nem na sua morte o fez. Não seria essa a característica mais marcante da raça humana? Mutante ou não?

Descanse em paz…Logan #Wolverine. See you later.

Ficha Técnica:

Elenco

Personagem – Ator/Atriz

Logan – Hugh Jackman
Charles Xavier – Patrick Stewart
Laura/X-23 – Dafne Keen
Donald Pierce – Boyd Holbrook
Caliban – Stephen Merchant
Dr Zander Rice – Richard E. Grant
Gabrilella – Elizabeth Rodriguez

Direção: James Mangold

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Serra Pelada, o filme, tem muito mais que ouro.

Serra Pelada, o filme, tem muito mais que ouro.
Tem um Brasil que nos envergonhou, carimbó (coisa boa), dor, e o melhor ator brasileiro da atualidade, Wagner Moura, que, embora não seja o protagonista, nos encanta e nos faz felizes.
Sua interpretação de um cafajeste nacional é extraordinária, convincente, gigante.
Roteiro se emocionou com o mocinho de “Tropa de Elite”. Agora, um bandidão.
Mas ele vem bem acompanhado.
Juliano Cazarré, o mesmo que fez um rapaz bobo em “Avenida Brasil” e é o “Ninho” da atual novela das nove, Júlio Andrade (Gonzaga – De pai para filho) e a atriz Sophie Charlotte, a jovem e malvada “Amora” de Sangue Bom, completam um quarteto dourado.
Ela nos dá pena, como mais uma criança que vira prostituta numa terra sem lei, mas entra para o cinema.
Parabéns, garota.
Minhas filhas, que nasceram depois do grande festival de sonhos e atrocidades que o ouro do Pará fez reluzir, ficarão chocadas com aquela montanha que se torna um grande buraco, onde floresceram alguns ricos, padeceram pobres, milhares foram explorados, houve desilusões e mortes, muitas mortes.
Um “faroeste” tropical, próximo de “Sodoma e Gomorra”.
Os ricos? Confesso que não conheço nenhum. Devem estar por aí.
Mas o filme é bom, firme, denso, tenso e educativo. Muitas lições.
O Heitor Dhalia, guarde o nome desse Diretor, resgata uma história marcante dos anos 80, documentando para sempre.
Ficção em meio a uma realidade nua e crua e que parece nunca acabar, de certo modo. O filme é de ação, também. Não é só drama.
Consegue, enfim, em meio a tanto brilho de suposta riqueza e nauseabundos extermínios, lembrar que as paixões podem encontrar terreno fértil para uma desgraça, ou várias.
Viva o cinema nacional e seu novo tempo de ouro.
Serra_Pelada

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE IV – Praia e depois queima de fogos no réveillon

“Conhecendo a praia e mais da cidade”

No início do dia 31/12/2012 – pela manhã sai à praia da vila, águas translúcidas e totalmente límpidas, de um tom azul marinho lindíssimo, o mar nos convida a entrar, surfar ou andarmos de kite surf (ali há muitos) e logo que entro no mar, tenho a sensação de que ele é todo plano, não havendo surpresas em relação ao que te espera, e nos envolvemos em suas águas claras, sem mistérios.

Na praia de Jeri

Na praia de Jeri

Retornando da praia, vindo pela rua chamada de Principal temos varias lojas, comprei como de costume uma camisa e um boné alusivos à visita, bem como peças que demonstram minha passagem por aqui. Ao almoçar, restaurante Rústico & Acústico, delicioso filé de robalo à farofa de castanha de cajú, com arroz de gengibre. (Recomendo).

Robalo à farofa de castanha de cajú - delícia!

Robalo à farofa de castanha de cajú – delícia!

Em retorno pra nossa estadia, dei de cara com uma igreja evangélica nada convencional (e olha que sou evangélico, viu?), uma igreja pra surfistas, demonstrando que os surfistas que quiserem adorar ao Senhor Jesus naquele paraíso também tem onde fazê-lo – claro que existem igrejas mais tradicionais também minha gente ;-). Olhem as fotos da entrada.
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Portal da Igreja para Surfistas

Portal da Igreja para Surfistas

“Reveillon, queima de fogos na duna do pôr do sol”

A noite,fui assistir a queima de fogos das “Dunas do pôr do sol”, um espetáculo sem igual. Coisa de cinema e em pé de igualdade com qualquer outro lugar ecológico no mundo, tal como, as ilhas Fiji ou o Caribe, um espetáculo só entendido por quem viveu, isso mesmo, viver o momento é a melhor definição da palavra. Aproximadamente 45 minutos de queima de fogos, entre os que são lançados das dunas, dos morros próximos, da praia e ainda uma chuva de todos juntos.
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Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

Queima de fogos de réveillon, na duna do pôr do sol.

01/01/2012 – Ao amanhecer do dia primeiro do ano, todos ainda com a ressaca do dia anterior (ressaca de sono no meu caso). Nos preparamos para partir.  Confesso que deixar esse paraíso não foi uma das sensações mais agradáveis que tive, o que me consola é que espero logo retornar e enquanto escrevo essa última parte, amigos que souberam desse lugar através dessa série de posts, se deslocaram para lá e estão curtindo tudo isso ao vivo e à cores. Você vai ficar na vontade? Creio que não…rsrs Até a próxima.

 See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE III – 2º Dia “hora de rodar”.

“Hoje é dia de rodar”

Começa o dia 30/12/2012 – segundo dia do passeio- 09h00min (GMT -3, ZULU) – após o café da manhã – uma hora de confraternização sempre, pois o pessoal era de altíssimo astral – acondicionados nas “jardineiras” pensei: É hora de rodar. Saímos para o passeio à famosa “Pedra Furada”, passando pela Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso, onde almoçamos, serviço meio confuso mas comida deliciosa, finalizando com uma visita à Duna Por do Sol.

 Seguem as fotos da aventura. 😉

Kit aventura Jeri

Kit aventura Jeri

O “Kit Aventura Jeri” era composto por: Kit de primeiros socorros (requisitado duas vezes), Kit higiene/limpeza (em azul), canivete nacional de uso geral (ver link), óculos náutico Ocean® com flutuador e fixador pra nuca (lentes polarizadas vermelhas como os da Força Delta™), mini bússola, protetor solar (lá o sol é muito quente) e é claro a pulseira indicativa de que fazia parte do Grupo.
Esperando a partida, encostado na "jardineira"

Esperando a partida, encostado na “jardineira”

Dentro da jardineira, pronto pra "rodar"

Dentro da jardineira, pronto pra “rodar”

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Saindo da Vila Jeri para Pedra Furada

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Estação Pedra Furada, começo a andar.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Lagoazinha a caminho da Pedra Furada.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Uma lagoinha a caminho da Pedra Furada2.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Vista da estrada para Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Um obstáculo a caminho da Pedra Furada.

Passando pelo obstáculo natural.

Passando pelo obstáculo natural.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Praia a caminho de Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara - Marcando Pedra Furada.

Placa Parque Nacional de Jericoacoara – Marcando Pedra Furada.

Em Pedra Furada

Em Pedra Furada

Pedra Furada2

Pedra Furada2

Neste ponto, tínhamos mais fotos, porém por não termos documento autorizando a exibição de imagens, deixamos de postar as demais. 😦 De lá fomos para a “Árvore da Preguiça”.
Deu preguiça na "Árvore da Preguiça" rsrs

Deu preguiça na “Árvore da Preguiça” rsrs

Indo pra Lagoa Azul.

Indo pra Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Vista da Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Mais Lagoa Azul.

Da “Lagoa Azul” fomos para a “Lagoa do Paraíso”, onde almoçamos e curtimos a tarde. Uma observação que fiz foi que: O deslocamento entre a Lagoa do Paraíso  até a Vila de Jericoacoara, me lembrou em parte, o caminho percorrido entre o aeroporto e a base do exército americano em Mogadiscio, Somália em 1993. Praias lindas, dunas mais lindas ainda e os off roads (aqui não eram Humvees e sim as ‘jardineiras’) patinando pelas estradas de areias, localizamos pelo menos uns 5 atolamentos.
Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Indo pra lagoa do Paraíso, não parece Magadíscio? Rsrs (Black Hawk Down)

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Mais do caminho para Indo pra lagoa do Paraíso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Vista da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Mais da Lagoa do Paraiso.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Eu tinha que mergulhar na Lagoa do Paraiso, sensação boa.

Após uma tarde maravilhosa na Lagoa do Paraíso, retornamos à Vila de Jeri, e pra finalizar o dia assistimos ao pôr do sol na já citada e famosa duna. Pena que o tempo não contribuiu, nublou e não tirei fotos. A noite saímos novamente, vejam algumas fotos.
Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Vista da noite de Jeri no segundo dia (de relançe)

Continue conosco, o melhor dessa aventura ainda está por vir. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE II – 1º Dia no Paraíso.

A chegada e o local

Chegada 29/12/2012  +/- 11h00min – Confesso que já haviam me falado sobre a Vila de Jeri (como é denominada entre os locais), mas o lugar excede qualquer descrição. Ficamos em um conjunto de edificações na entrada da localidade, boas acomodações, tudo muito organizado dentro do que foi acordado.  Foi somente o tempo de acomodar as malas (mochilas no meu caso) e sair pra procurar o que comer, que em Jeri o que não falta é opção.

Como ainda não havia me “enturmado” com o restante dos excursionistas de também como sempre gosto de fazer um reconhecimento do local, fiz uma incursão pelas redondezas, saindo em direção ao oeste seguindo pela “Rua das Dunas” (mapa abaixo), rumo à “Duna Pôr do Sol”, passando por algumas pousadas e residências de veraneio. Logo na primeira esquina à direita, indo para o norte seguimos na direção da rua São Francisco onde na próxima esquina à direita (lembre-se que estava fazendo reconhecimento da área),  tive a grata surpresa de encontrar um local aprazível para almoçar o “Restaurante do Sapão“. Um lugar onde comemos bem, com um atendimento à altura e preços condizentes com a realidade de viajantes como eu. Segue um mapa de marcação do local, e fotos desse momento.

Localização do restaurante "O Sapão"

Localização do restaurante “O Sapão”

Placa do Restaurante do Sapão - Jeri.

Placa do Restaurante do Sapão – Jeri.

Gerente do Restaurante do Sapão

Gerente do Restaurante do Sapão

Após a incursão gastronômica, aproveitei a tarde para repousar (ainda estava um pouco cansado da viagem), à noite saímos para conhecermos e nos ambientarmos à noite de Jeri. Um dos pontos a ser visitado naquela localidade à noite lanche é o “Big Lanche”, onde o nome faz jus à fama, lanches em proporções avantajadas. Percebemos vários bares, restaurantes e pizzarias, todos iluminados para as festas de fim de ano, lojas abertas até as 23ho que facilita a vida do turista. Lojas de um tudo, desde óculos (O nome de uma dessas  lojas era Oklos, aproveitei para fazer a compra de um modelo apropriado para praia/passeios), jóias, roupas e uma infinidade de coisas. Diversas escolas de kite surf e lojas diversas com equipamentos e instrutores.
Seguem as fotos da primeira noite em Jeri, infelizmente como não disponho da autorização de utilização de imagens, e como estávamos viajando em grupo, não poderei postar todas.
Praça principal de Jeri - 1ª noite.

Praça principal de Jeri – 1ª noite.

Praça principal de Jeri - 1ª noite2.

Praça principal de Jeri – 1ª noite2.

 

Restaurante "Casa Dela" em Jeri.

Restaurante “Casa Dela” em Jeri.

Por hoje é só, mas quem sabe essa semana ainda eu continue postando o resto de nossa aventura. See you later. 😉

VIAGEM A JERICOACOARA – PARTE I

Passados mais de dois meses, agora após a resolução de alguns itens e compilação de outros, posso então relatar a vocês, como foi passar o final de ano em Jericoacoara no litoral do Ceará. Convido-os a uma aventura sem precedentes para mim.

A viagem de última hora

Fui informado sobre a formação dessa excursão, formada pelo grupo Camping Club SLZ apenas uma semana e meia antes da partida, empresa séria formada de jovens empreendedores, tudo acertado via contrato de prestação de serviços devidamente registrado, com cronograma preciso, obrigações de ambas as partes e como eu gosto, responsabilidade de levarmos a um lugar aprazível. A caravana foi composta de um grupo de universitários e algumas famílias, tudo seguindo os princípios da boa convivência, uma turma de altíssimo astral. Segue abaixo um cronograma do deslocamento de São Luis-MA até Jericoacoara-CE.

Saída – 28/12/2012 – 22h00mim – Igreja Matriz do bairro da COHAB, em São Luis-MA.

Insiro aqui, como de praxe, o mapa de deslocamento dessa primeira parte.
Desloc_MapLink
Durante o deslocamento de ida, fizemos uma parada antes da cidade de Jericoacoara Jijoca-CE – Café da manha às 08h20min no estabelecimento bem aprazível, desfrutando da hospitalidade cearense. Trocamos então  para veículos de tração 4×4 tipo pick-ups com carroceiras com assentos cobertos denominados “Jardineiras”. passando pela cidade Jericoacoaquara – ultima chance de ir à uma agencia bancária  e dai fomos para Vila Jericoacoara no parque ambiental.
Seguem as fotos do deslocamento até a chegada à Vila de Jericoacora. Aprecie sem moderação 😉
Vista de dentro das "jardineiras"

Vista de dentro das “jardineiras”

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

Mais uma vista da Cidade de Jericoacoara-CE, antes de ir pra Vila.

 

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Vista do Parque Ambiental de Jeri

Já chegando à Vila de Jeri.

Já chegando à Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Placa da entrada da Vila de Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Detalhe da placa de chegada em Jeri.

Continuem conosco para a narração dessa grande aventura. See you later. 😉

Ganhadores do Oscar 2013 são conhecidos hoje – 24/03/2013

Ganhadores do Oscar serão conhecidos hoje à noite. Alguns deles ganharam posts aqui no blog.

Veja os vencedores de todas as categorias:

Filme: “Argo”
Direção: Ang Lee, por “As Aventuras de Pi”
Ator: Daniel Day-Lewis, “Lincoln”
Atriz: Jennifer Lawrence, “O Lado Bom da Vida”
Ator coadjuvante: Christoph Waltz, “Django Livre”
Atriz coadjuvante: Anne Hathaway, “Os Miseráveis”
Roteiro original: “Django Livre”
Roteiro adaptado: “Argo”
Animação: “Valente”
Filme estrangeiro: “Amor” (Áustria)
Trilha sonora: “As Aventuras de Pi”
Canção original: “Skyfall”, de Adele, “007 – Operação Skyfall”
Fotografia: “As Aventuras de Pi”
Figurino: “Anna Karenina”
Documentário: “Searching for Sugar Man”
Curta de documentário: “Inocente”
Edição: “Argo”
Maquiagem: “Os Miseráveis”
Direção de arte: “Lincoln”
Curta de animação: “Paperman”
Curta-metragem: “Curfew”
Edição de som: empate entre “A Hora Mais Escura” e “007 – Operação Skyfall”
Mixagem de som: “Os Miseráveis”
Efeitos visuais: “As Aventuras de Pi”

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As Aventuras de Pi – “Acredite no Inacreditável.”

Pi_Life02Começo mais um post, às vésperas do natal, um tempo onde se deveria estar escrevendo sobre festas de fim de ano, novas metas para o ano que se inicia e coisas afins, mas não é isso que eu faço, escrevo sobre o que me apetece e cinema me encanta como os leitores do meu blog sempre podem comprovar. Uma estreia que me chamou nesses dias, mais um excelente trabalho do diretor Ang Lee (“O tigre e o dragão”, “O clã das adagas voadoras” e o chocante “O segredo de brokeback mountain”), um filme baseado numa obra homônima “As aventuras de Pi” (“Life of Pi” no original).
Confesso que o título não me impressionou muito, mas o trailer do filme na introdução de outro que assisti na semana passada (“Os penetras”) me fizeram ficar curioso sobre o desenrolar de tal aventura que para minha surpresa se dá de forma bem atrativa, reveladora e sobretudo, é uma aula de auto conhecimento e exposição de verdades inerentes a cada ser humano. Tudo começa à maneira dos filmes bollywoodianos (sim pois o estilo indiano de fazer cinema é inerente à obra) e não poderia ser de outra forma pois a história tem como protagonista um garoto indiano que fez suas próprias escolhas em relação à religião e modo de vida, de acordo com todas as experiências as quais ele viu e viveu ao logo da sua jornada.
Pi_Life01No início do filme, vemos um jovem escritor que após uma infrutífera tentativa de escrever uma história, se encontrou com um velho indiano que o convenceu a retornar á sua terra natal, o Canadá francês, e conversar com seu sobrinho postiço sobre o que seria “Uma história que o convenceria a acreditar no inacreditável e em Deus”. Ele entrevista um indiano de meia idade, que com a sua simplicidade caracteristica começa a lhe narrar fatos que parecem saidos de algumas lendas hindus contadas em Catmandu ou no Rajaquistão, histórias essas que começam com paisagens lindas, de uma lugar desses que você quer passar suas férias de verão e que te transportam para o “inimaginável” (o objetivo claro da obra). O protagonista, Piscine Molitor “Pi” Patel, um garoto indiano originário da cidade Pondicherry* no sul da India, filho de um administrador de zoológico e de uma botânica, que tem sua vida completamente transformada quando sua familia tem que se mudar para o Canadá, durante a viagem, segue-se um naufragio e o garoto é lançado ao mar em um bote salva vidas juntamente com uma zebra, um orango tango fêmea, uma hiena e pasmem! :X Um tigre, este ultimo contendo todos os elementos necessários ao desenvolvimento da aventura…que no final, traz uma inquietante pergunta, sobre no que acreditamos, o que vemos diante de nós, qual a verdade sobre nossa jornada pessoal enfim…é um filme e um livro pra
assistir, pensar e amar! Recomendo a todos. Boas festas e see you later 😀

Ficha Técnica:

Direção: Ang Lee (Dispensa comentários)

Pi_Life04

Pi_Life03

Fontes externas:

http://www.imdb.com

http://pt.wikipedia.org

http://www.cinepop.com.br

http://omelete.uol.com.br

INTOCÁVEIS: Uma grata surpresa à francesa.

Na minha pré adolescência, quando nas escolas públicas ainda se oferecia como língua estrangeira o francês, aprendi alguma coisa sobre a língua, a cultura, o povo e as diversas nuances da Térre de France. Paralelamente a isso, desenvolvi uma admiração pelo cinema francês, sobre tudo pelas produções mais recentes com os diretores Luc Besson* (O Quinto Elemento, O Profissional) e Gérard Pirès (Les chevaliers du ciel, Taxi), os Atores Jean Reno, Benoît Magimel (do filme Rios Vermelhos 2 – Anjos do Apocalipse com Jean Reno), Clovis Cornillace a atriz Géraldine Pailhas. Fui convidado a assistir o filme francês “Intocáveis” no Cine Praia Grande*(depois escrevo um post sobre esse cinema), confesso que já havia assistido aos previews no canal de vídeo mais popular na web, e achei muito interessante.

O Filme:

A história é, em resumo, o encontro entre duas realidades diferentes, até aí nada de novo, já tivemos tantos enredos assim não? Entretanto, aqui cabe um parêntese, as realidades não são apenas diferentes, são totalmente opostas, senão vejamos, um aristocrata que teve sua vida drasticamente modificada por um acidente e fica tetraplégico, agora necessita de alguém que seja “seus braços e pernas” e quem vocês acham que ele contratou? Após intensa bateria de entrevistas com candidatos altamente qualificados? Um homem negro, com passado duvidoso, de aparência ameaçadora. Sim, apenas pelo fato dele não ter se comportado com pena do agora portador de necessidades especiais, isso por si nos leva a diversos questionamentos, que cada expectador gerará em sua mente. Por outro lado esse homem negro, que somente quer sobreviver a cada dia, não entende como aquele rico senhor é capaz, de estando ‘incapaz’, se colocar inteiramente sob sua responsabilidade. Dá margem a diversas considerações, que deixarei com cada um de vocês. O filme permanecerá em cartaz no Cine Praia Grande, localizado na Travessa do Comércio, 100, Centro – São Luis – Maranhão.

Ficha Técnica:

Elenco:

François Cluzet (Philippe)

Omar Sy ( Driss)

Anne Le Ny (Yvonne)

Audrey Fleurot (Magalie)

Diretor:  Eric Toledano  e Olivier Nakache

Fontes:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-182745/

http://omelete.uol.com.br/cinema/intocaveis-critica/

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120929_intocaveis_diretores_pai.shtml

MERCENÁRIOS 2: O Reencontro dos anos 80

Em meados dos anos 80 (1984 aproximadamente), garotos como eu, sonhávamos em estar em missões ao lado de John Rambo (Stallone – RAMBO – 1982) ou John Matrix (Schwarzenegger – Comando para Matar – 1985) de “Comando para Matar”, ou ainda voltar ao Vietnã com o Cel. James Braddock (Chuck Norris – Bradock o Super Comando – 1984) e enfretar uma quadrilha bem armada num edifício com o policial John McClane (Bruce Willis – Duro de Matar – 1988) no Nakatomi Plazza de “Duro de Matar”. Como na música do Leoni: “Garotos como eu e você…são só garotos” rsrs ;-).

Pois bem, há tres anos ouvi falar de um filme que reuniria esse seleto grupo e mais alguns que se somaram no caminho tais como Dolph Ludgren, Jet Li e Terry Crew (sim o pai do Chris) e Mike Hourke. Dai fiquei bolado: Pode dar em alguma coisa um filme rodado no terceiro milênio com astros do século passado? Ainda mais gravado no Brasil? Confesso que a história confusa e a parca atuação de Eric Roberts (já havia trabalhado com Stalone em “O Especialista”) reduziram a coisa a um dramalhão sem precedentes, a surpresa? A atuação de Jason Statham e Randy Couture, ambos ex lutadores de campeonatos e agora atores, se saíram muito bem. Statham já havia mostrado isso na trilogia “Carga Explosiva” mas o melhor ainda estava por vir…

Em 2012, ano no qual o mundo deve acabar segundo os maias (isso é um outro filme rsrs), mais um filme da franquia estava por vir, estava por acontecer uma das mais hilárias reuniões do cinema e dessa vez com Van Damme, seguindo a linha dos filmes de ação dos anos 80, com muitas explosões e balas pra todos os lados, na visão de um amigo meu: “A mentira característica desse tipo de filme e que todos nós gostamos…” Os Mercenários voltaram.

A História:

O filme começa com o resgate de um “agente” capturado após uma malfadada tentativa de resgate de um rico investidor chinês, de início já vemos o espírito que reúne essa trupe: Aventura, diversão, humor e muita, mas muita ação mesmo. Os céticos me dirão: “Um monte de coroas explodindo tudo e distribuindo porradas por ai?” Mas lembrem-se não são qualquer coroas, são alguns dos maiores coroas que estão por ai, não faz muito tempo “RED – Aposentados e Perigosos” traziam-nos o mesmo Bruce Willis com Morgan Freeman, Helen Mirren, John Malkovich e outros nos mostravam que coroas podem fazer um estrago quando agentes novatos e mal treinados não fazem o dever de casa. O resgate de alguns clichês característicos de alguns filmes de cada um tais como o “I´ll be back” do “Terminator” e a musica do “Lobo Solitário” do Norris são algumas das tiradas engraçadas, ainda mais quando Scharznegger diz: “Agora só falta o RAMBO” rsrs muito hilário (me diverti muito nessa hora). Mas também tem uma história, tem o roubo de códigos de localização de ogivas nucleares russas perdidas durante a guerra fria (mais uma alusão às décadas de 60, 70 e 80?), e um vilão chamado “Vilain” (isso mesmo o nome de Van Damme é esse no filme). O novato no grupo “Billy The Kid” (Liam Hemsworth) dá um novo tom à música dos mercenários, e a Maggie (Yu Nan) traz um “que” a mais ao grupo, uma vez que o Gunner (Lundgren) se apaixona por ela. Vale a pena pra quem gosta do gênero ou está na casa dos 40, nos faz voltar à adolescencia. See you later ;-).

 Ficha Técnica:

Elenco Principal:

Sylvester Stallone (Barney Ross)

Jason Statham ( Lee Christmas)

Bruce Willis (Mr. Church)

Arnold Scharznegger (Trench)

Chuck Norris (Booker)

Jean-Claude Van Damme (Vilain)

Diretor: Simon West (Lara Croft: Tom Raider, Falcão Negro em Perigo – como produtor)

Fontes:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-186189/

http://cinema.ptgate.pt/filmes/182

http://pt.wikipedia.org/wiki/First_Blood

http://www.imdb.com/title/tt0088944/

http://www.imdb.com/title/tt0087727/

http://cinema.sapo.pt/filme/the-expendables-2/video/cIVy1qHfkyt7v9Z51oky

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