ORAÇÃO DOS FUZILEIROS NAVAIS

Fuzileiro_Naval_logo

ORAÇÃO DOS FUZILEIROS NAVAIS!!!

Tu que es o meu criador,
Que me tornaste um ser anfíbio
Com capacidade além do normal
Me forjou diferente dos outros combatentes
Acompanhou-me durante minha vida
Esteve do meu lado durante minha formação
Sagrou-me com meus pés marrons,
Característica da superação dos meus limites.
A ti devo a pele que possuo,
Que resiste ao frio e ao calor.
O senhor nunca deu-me um fardo leve
E por isso agradeço.
Não te peço vida fácil nem mansidão.
Quero a GUERRA e o FRIO, quero conhecer a morte de perto,
Pois meu destino é ser o que sou.
E quando olhares para o céu
Verás a morte descendo de
Para-Quedas,
Se olhares para o mar
Verás a origem de nosso nome
O senhor nos tornastes homens sem iguais
na guerra ou na paz!
Somos os Fuzileiros Navais! ADSUMUS! UHAAAAAAAA!!!!!!

Fuzileiro_Naval

Créditos:

Imagens:

http://www.defesanet.com.br/

 

Anúncios

5 dicas para se misturar na melhor na multidão

Algumas dicas simples, mas práticas para não se tornarem vítimas em potencial, nessa selva urbana que vivemos. Força e Honra!

Sobrevivencialismo

Captura de Tela 2015-04-09 às 08.31.29

Hoje vamos falar sobre as cinco dicas de como se misturar melhor na multidão e se aprofundar na disciplina do “Gray Man” ou “Homem Cinza”.

Ver o post original 2.023 mais palavras

PM é executada na frente da filha na zona norte de SP

CAMILA BRUNELLI, FELIPE TAU E VALÉRIA FRANÇA – Agência Estado

A soldado Marta Umbelina da Silva, de 44 anos, do 18º Batalhão da Polícia Militar, morreu na noite de sábado após ser baleada pelas costas na frente da filha na porta de casa, na Rua Dr. Roberto Zwicker, na Vila Brasilândia, zona norte da capital. A policial não vestia farda no momento do crime.

De acordo com o boletim de ocorrências registrado no 72 º DP (Vila Penteado), a soldado foi atacada por dois homens quando saiu do carro para abrir o portão de sua residência. Os suspeitos fugiram em um veículo que aparentava ser um Honda Civic prata.

Quando a polícia chegou ao local, familiares já haviam levado Marta ao Hospital Geral de Vila Penteado, mas ela morreu a caminho da unidade. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Com o crime, chega a 90 o número de PMs assassinados no Estado neste ano. Antes, também na zona norte, um policial havia sido ferido em uma tentativa de roubo.

Outros casos

Às 13h35 deste sábado, um suspeito foi morto por policiais da Rota na Marginal do Pinheiros, depois de ser perseguido. Segundo a Polícia Militar, ele resistiu à abordagem. A madrugada de sábado foi violenta na capital e no ABC. Dez pessoas morreram baleadas e oito ficaram feridas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pm-e-executada-na-frente-da-filha-na-zona-norte-de-sp,955564,0.htm

Defense Advanced Research Projects Agency

Noticias da DARPA (Agência de Pesquisa e Projetos Avançados dos EUA)

Defense Advanced Research Projects Agency.

Fonte: http://www.darpa.mil/NewsEvents/Releases/2011/10/05.aspx

Lâminas de Serviço – Canivetes Urbanos – Parte IV

Eu sei, eu sei, vocês irão dizer: “Já não havia encerrado essa série de posts?”, é verdade mas chegaram às minhas mãos duas “belezinhas” das quais não poderia deixar de postar.

Canivete Smith&Wesson – “Extreme OPS”

Smith&Wesson_aberto

Esta peça me foi presenteada pelo meu amigo Durval “SkyWalker” Jr. (DELTA), no meu aniversário desse ano (2011), trata-se de uma peça da Smith&Wesson, curta e com inserções de pedra na sua empunhadura (anti derrapante mesmo! :-o) e uma lâmina “honesta” estilo “bowie” e de tamanho correto para ser portada de forma dissimulada. Eu a coloquei na substituição do “Canivete GERBER linha padrão” no meu “kit de primeiro socorros” junto ao apito (nem só comprimidos, esparadrapos, band aids e gaze compõe um kit de first aid da DELTA cumpadre 🙂 ) e de fato ficou até melhor do que o anterior. Já até testei em arremesso contra um alvo de papelão e o centro de gravidade  apesar de não ser o ideal, não decepcionou, é um “xodózinho” devendo ser sempre transportada junto ao kit que contem itens não apenas de primeiro socorros, mas de sobrevivência também. Muitas vezes sobreviver significa coisas diferentes para pessoas diferentes, para mim significa não ter que morrer, então nesse quesito, o xodozinho provê você de opções. Mais adiante com ajuda de um nobre colega eu a testarei com krav maghá ;-).

Canivete Western – “Camp”

Logo quando dei de cara com essa peça, fiquei intrigado. O que seria aquilo? Um brinquedo?Canivete_camp Uma peça chinesa mal acabada? Não senhoras e senhores, era um canivete robusto, simples e de fácil utilização, bem próprio para as situações do dia a dia nas quais você tem que: abrir latas, garrafas, comer um goiabada com creme de leite (delícia :P) e “garfar” um lanche na sala vizinha à sua, abrir aquele vinho cabernet ou merlot (não entrarei no mérito aqui, visitem vous pouvez comprendre? ;-)). Ele ainda vem com uma pequena faca em aço inox para serviços leves em um acampamento, tais como abrir um pequeno peixe, ou cortar um fiambre (carne de lata para os neófitos). Emfim uma peça para ser transportada no dia a dia pois nunca se sabe, não é? Até a próxima senhores e senhoras :-).

Lâminas de Serviço – Canivetes Urbanos – Parte III

Mais uma vez me proponho a escrever sobre as lâminas de serviço urbanas ora em meu poder que utilizo. Nesse terceiro post apresentarei alguma aquisições mais recentes, as quais testei em situação práticas ultimamente necessárias.

Canivete GERBER linha padrão

Canivete GERBER posição aberta

Este canivete foi adquirido para compor o meu “Kit de Primeiros Socorros” e consta de uma lâmina de 2″ polegadas, vazada, com o cabo de alumínio pintado a fogo na cor preta. Tem linhas clássicas. A sensação da empunhadura é das mais agradáveis pois possui

ranhuras de fixação. A abertura clássica com trava de unha na base da empunhadura torna-o excelente para operação com uma só mão, não necessitando tando de auxilio para abrir e fechar, o que pode ser muito útil em caso de urgência/emergência.

A lâmina vazada dá um “plus” a mais na qualidade do equipamento, fazendo com que fique com um tom de “fight and utility” que pode dar um ar de multiuso.

Sendo negra, é ideal para utilização em ambientes de pouca iluminação, quando não queremos dar ao nosso inimigo a nossa posição. Mas qual será mesmo a utilização dada a ele? Continua compondo o meu kit de primeiros socorros, juntamente com um apito, tesousa, gases, esparadrapo e alguns medicamentos de utilização geral em caso de necessidade.

Canivete BOKER “Black Tanto”

Canivete BOKER aberto

Esta peça de utilização foi adquirida para compor o quadro, de “Fights of  night” e deveria ser apenas para estar presente a

deslocamentos urbanos rápidos, onde a necessidade de utilização implicasse na necessidade de corte simples ou serrilha, romper um tubo de PVC ou uma placa de aço não temperado…Bom a lista é extensa. (risos) mas é uma peça excepcional para uso diário. Leve e tem um design agressivo, não é muito grande como a foto o demonstra, mas como todas as outras aqui apresentadas cumprem bem o seu papel.

Canivete BOKER “Solingen Special Survive”

BOKER hard

BOKER hard posterior clip

Adquirido para ser o “Backup side man” ao lado do modelo nacional da Tramontina (vide Lâminas de Serviço – Canivetes Urbanos – Parte II). Trata-se de um exemplar para emprego “pesado” (hard job) e seu emprego diário ver-se pelo próprio desenho da peça. Possui duas características básicas para ser um canivete de “parada”: peso acima da média e lâmina principal de 4mm de espessura (a mesma espessura da minha faca COMMANDER II). Além disso, o formato da empunhadora lembra a parte de cima do ferrolho da pistola Bereta 92F Mini, de dotação das Forças Armadas americanas, com um “insert” para corte de linhas de pesca (observar lado oposto da empunhadura) e um “quebra-vidro” (base anterior da lâmina).

 O clip parte de trás da empunhadura, é ideal para a fixação em cintos de guarnição e em cintos normais. O passa “fiel” (cordão de segurança) tem um formato de percursor da pistola já citada. Um fato interessante é que esse canivete tema lâmina em formato japonês em aço carbono tipo “Tanto”  não facilita a penetração, mas a serrilha faz o trabalho de corte em superfícies difíceis, o que causa uma tremenda sensação de força.

A Questão da escalada da violência nas grandes cidades

Este post não tem por objetivo esgotar a discussão acerca da situação do crime organizado nas metrópoles (ou ainda nas megalópoles), tão somente esclarecer pontos obscuros dessa questão, visa somente lançar um olhar crítico sobre essa polêmica que alcança a sociedade contemporânea e nos faz cada dia olhar com desconfiança a situação da prestação de serviços por parte do estado, das instituições e daqueles que por delegação deveriam estar à serviço da lei e da ordem.

O Caso do Rio de Janeiro sob a ótica histórica.

Segundo o entrevista do Prof. Helio de Araujo Evangelista à publicação da Universidade Federal Fluminense, o crime organizado no Rio de Janeiro passou por vários estágios, auxiliado pela instituição do jogo em 1892 e sua expansão para o subúrbio de forma menos glamorosa, a chamada “fezinha” ou mais especificamente o jogo do bicho. Essa expansão, ainda seguindo a entrevista do já citado Prof., que se dá “pela linha do trem” será marcada por violentos conflitos entre os bicheiros pelos pontos de venda, pelas áreas de influência e contra novos interessados que estavam interessados em ingressar nesse negócio. Nesse ambiente propício ao desenvolvimento de ações criminosas, foi introduzido o uso de cocaína na cidade maravilhosa.

Durante a década de 70, os senhores do jogo do bicho se aliaram ao narcotráfico que fazia do Rio um entreposto para os EUA e Europa, porém com a década de 80 com a chegada dos chamados “comandos” os bicheiros perdem a importância no mundo do crime e/ou passam a diversificar sua atuação e na década de 90 se lançam na indústria dos caça niqueis. E quem são esses “comandos”? Veremos mais adiante.

Durante o governo da ditadura militar (1964-1984) cometeu-se um dos maiores erros históricos já vistos nesse país, colocaram presos políticos tais como o jornalista Fernando Gabeira, que participou do sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, juntamente com presos de justiça e ambos aprenderam a arte uns dos outros. Aqui temos um marco na organização do crime no Brasil, inseriram um elemento novo no contexto criminoso, antigos assaltantes de bancos e traficantes estavam aprendendo técnicas de guerrilha tais como: planejamento, ataque, sequestro, dissuasão e fuga, estavam formado os comandos dos quais o primeiro foi o Comando Vermelho cuja sigla CV era pintada nos alvos após as ações criminosas. Esses comandos (termo militar que designa uma unidade de elite preparada para executar determinadas missões), agora competiam entre si não pelos pontos de vendas de jogos, mas por pontos de vendas de drogas enquanto o estado recuava e deixava as comunidades menos favorecidas à mercê dessas associações criminosas.

Nos dias atuais, esses comandos evoluíram, atuam como empresas contratam treinadores entre ex-policiais e ex-militares (à semelhança das FARC’s Colombianas), financiam campanha de políticos e gozam de boa reputação entre os membros de suas comunidades ou seja, são o sonho de realização da maioria dos meninos e meninas que crescem nessas comunidades mas com o avanço das UPP’s-Unidades de Polícia Pacificadora, o crime organizado tem sido levado a tomar territórios onde elas ainda não foram implantadas, daí as constantes guerras urbanas que tem sido noticiadas na televisão e nos jornais.

O Batalhão de Operações Policiais Especiais – BOPE (PMERJ)

Com o nascimento do Batalhão de Operações Policiais Especiais o BOPE (PMERJ) em 1978, a polícia do Rio de Janeiro dispunha então de uma unidade especializada em combate urbano, progressão em favelas, invasão e penetração não convencionais (ataques chegando de rapel e etc.) e combate em campo aberto com alvos a menos de 100 metros bem como ação sob fogo em vielas e becos, dispondo de equipamentos à altura, táticas avançadas e segundo um integrante da Guarda Nacional dos Estados Unidos: “É umas das melhores equipes de combate urbano do mundo. Nossas tropas no Iraque deveriam aprender com o BOPE”.

O panorama atual demonstra que uma guerra se estabeleceu entre o estado e o crime organizado com todos os elementos de uma guerra convencional, embora numa situação nada convencional, elementos esses tais como: inteligência, contrainteligência, espionagem, infiltração e como não poderia deixar de ser, o enfrentamento. Aqui temos uma peculiaridade do Rio, na maioria dos lugares do mundo os bandidos temem uma ação da polícia mas no Rio de Janeiro ao que tudo indica eles se acham tão preparados para esse enfrentamento que não se furtam a isso, muito pelo contrário eles até promovem esse tipo de peleja como no último sábado durante o tiroteio que culminou com a invasão do Intercontinental Hotel, e que colocou o Brasil nas manchetes internacionais de forma negativa. Mas a guerra é somente uma válvula de escape, mais adiante iremos tecer considerações ao modelo de desenvolvimento de cidades com ações proativas e efetivas para enfrentar o problema, continuaremos no próximo post. Até lá!

Fontes:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/especialista-diz-que-seguranca-tem-que-ser-pensada-para-hoje

http://www.feth.ggf.br/Segurança.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalh%C3%A3o_de_Opera%C3%A7%C3%B5es_Policiais_Especiais_%28PMERJ%29

http://www.ilhagrande.org/Historia-Ilha-Grande/linha-do-tempo.html

%d blogueiros gostam disto: